NOTÍCIAS DO PARANÁ
Presidente do Sicredi é reeleito no Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito
presidente da SicrediPar e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Alfonso Dasenbrock, foi reeleito como membro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (World Council of Credit Unions – Woccu, no original em inglês). A votação, que ocorreu durante a Assembleia Geral do Woccu, realizada de forma virtual nesta segunda-feira, 20, definiu a composição do Conselho até o ano de 2022.
Manfred Alfonso Dasenbrock representa o Sicredi no Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito desde 2009, já tendo atuado também como diretor, secretário-geral das entidades e tesoureiro. “É uma grande honra e responsabilidade representar, não só o Sicredi, mas o cooperativismo de crédito brasileiro e sul-americano no Conselho. A intercooperação entre os diferentes países que estão representados na entidade nos traz ganhos muito importantes no sentido de podermos levar práticas e discussões globais para a nossa atuação local. Além disso, a unicidade gerada pela representatividade do Woccu permite que o segmento siga beneficiando cada vez mais pessoas ao redor do mundo e fazer parte desse movimento é algo que nos motiva e enche de orgulho”, declara.
O objetivo do Woccu é atuar para promover o desenvolvimento sustentável das cooperativas de crédito no mundo, por meio de programas de assistência técnica para fortalecer o seu desempenho financeiro e alcance. De acordo com os dados estatísticos compilados pelo conselho em 2018 (últimos dados consolidados), há 85,4 mil cooperativas financeiras presentes em 118 países, de seis continentes, totalizando 274,2 milhões de associados.
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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