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Paraná tem 8,1 milhões de eleitores aptos a votar nas Eleições 2020

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Eleitorado paranaense evoluiu 3,6% em relação às últimas eleições municipais e atualmente representa 5,51% do total de eleitores do país

No próximo dia 15 de novembro, 8.152.710 eleitores paranaenses estarão aptos a votar para elegerem prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em 399 municípios. Esse contingente representa 5,51% do total de eleitores do país. Em comparação com o pleito municipal anterior, houve um crescimento de 3,6% do eleitorado do Estado: eram 7.869.450 eleitores em 2016.


O Paraná terá 4.801 locais de votação divididos em 21.855 seções eleitorais. Curitiba é a cidade com o maior eleitorado, com 1.349.888 eleitores, seguida por Londrina, com 376.073 pessoas aptas a votar, Maringá (279.500), Cascavel (223.090) e Ponta Grossa (239.611). Estas são as cinco cidades com mais de 200 mil eleitores no Estado, portanto aptas a ter segundo turno na disputa para os cargos de prefeito e vice-prefeito.
Gênero
Cinquenta e dois por cento do eleitorado paranaense é composto por mulheres (4.273.259), enquanto os homens são 3.879.270 (47,58%). A diferença (0,002%) são eleitores sobre os quais não consta essa informação no cadastro eleitoral.

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Faixa etária
A maior parte do eleitorado paranaense (2.924.290) tem entre 40 e 59 anos, seguida pelos eleitores entre 25 e 39 anos (2.491.417), mais de 60 anos (1.651.092) e entre 16 e 24 anos (1.085.911). A idade média do eleitor do Estado é de 44,2 anos.

Grau de instrução
A maioria tem o ensino médio completo (2.208.411), seguida daqueles que têm o fundamental incompleto (1.970.151), superior completo (1.165.129), médio incompleto (1.015.353), fundamental completo (625.634), superior incompleto (568.754) e outros (599.278).

Situação civil
A maioria no Estado (45,8%) declarou-se solteira, enquanto os casados representam 43,7% do total de eleitores no Paraná.
Nome social
O Paraná conta com 431 eleitores com nome social aptos a votar.

Deficientes
Há 80.860 eleitores que registraram no cadastro eleitoral a existência de algum tipo de deficiência. São 32.228 eleitores com deficiência de locomoção, 10.051 com deficiência visual, 5.721 com deficiência auditiva, 2.848 com dificuldades para exercício do voto e 38.411 com outros tipos de deficiência.
TRE

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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