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Copa do Brasil: Athletico perde pênalti e estreia com derrota para o Flamengo nas oitavas

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Atual campeão da Copa do Brasil, o Athletico acabou derrotado pelo Flamengo por 1 a 0 em sua estreia na competição nacional em 2020, na noite desta quarta-feira (28) na Arena da Baixada, em Curitiba, no confronto de ida das oitavas de final.

Bruno Henrique, no primeiro tempo, anotou o gol do time carioca.

Titular com Paulo Autuori, o atacante Walter teve a chance de empatar na etapa final, em cobrança de pênalti, mas parou no jovem goleiro Hugo, de 21 anos, destaque da noite.

O Furacão não pode contar com o zagueiro Thiago Heleno, que testou positivo para a covid-19 horas antes do confronto.

As equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira (4), na partida de volta das oitavas de final. O duelo decisivo está marcado para as 21h30, no estádio do Maracanã, no Rio. O Rubro-Negro carioca leva a vantagem de jogar pelo empate no jogo de volta.

Athletico, por sua vez, precisa vencer por dois gols de diferença – em caso de vitória athleticana por 1 a 0, a decisão vai para os pênaltis.

Quem avançar às quartas garante R$ 3,3 milhões – as premiações milionárias nas fases agudas da Copa do Brasil ainda renderão R$ 7 milhões aos times semifinalistas e R$ 54 milhões ao campeão.

Antes disso, os rubro-negros voltam suas atenções ao Campeonato Brasileiro, onde vivem situações completamente opostas. O vice-líder Flamengo recebe no domingo (1), às 16h, o São Paulo, no Maracanã. No mesmo dia e horário, o Athletico, 18º colocado e na zona de rebaixamento, visita o Sport na Ilha do Retiro, em Recife.

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ATHLETICO CRESCE NO SEGUNDO TEMPO, TEM CHANCE DO EMPATE, MAS PARA EM HUGO

Rivais de longa data na Copa do Brasil, Athletico e Flamengo protagonizaram dois encontros decisivos na competição nacional: em 2013, o Rubro-Negro carioca ficou com o título, enquanto em 2019, nas quartas de final, o Furacão eliminou o time carioca, sensação do Brasil à época, e arrancou rumo ao título.

Invicto há 11 jogos e vivendo bom momento na temporada, o Flamengo começou a partida dominando as ações e com a marcação ajustada, minando a saída de jogo athleticana. Apesar de manter a posse de bola, o time carioca produziu pouco nos minutos iniciais. Após boa troca de passes, Pedro recebeu na grande área e finalizou com perigo, aos 17, mas errou o alvo.

Pelo Athletico, o técnico Paulo Autuori levou a campo um time modificado, com Walter na referência e Nikão e Reinaldo como escapes. O Furacão respondeu com Nikão, mas o camisa 11 chutou sobre o gol.

Só que o Flamengo não demorou a impor sua qualidade técnica. Aos 19, Isla cruzou na cabeça de Pedro, que acertou a trave de Santos. Bruno Henrique aproveitou o rebote e, com liberdade, empurrou para o gol: 1 a 0.

Pressionado, o Rubro-Negro paranaense seguia com dificuldades para sair jogando e se viu encurralado no campo de defesa pelo adversário. O segundo e último lance agudo athleticano no primeiro tempo aconteceu aos 42, com Walter. Em cobrança de falta, o atacante soltou a bomba e exigiu boa defesa do goleiro Hugo.

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O Athletico voltou mais incisivo do intervalo e cresceu de volume, trocando mais passes e rondando a área carioca. Nikão fez boa jogada pela direita e serviu Walter na entrada da área, e o atacante só não empatou graças à grande defesa de Hugo. Pela esquerda, Márcio Azevedo alçou a bola para Léo Cittadini, mas a cabeçada não saiu precisa.

O Furacão seguiu buscando desenvolver seu jogo pelos lados do campo e teve ótima chance de empate aos 19, com Reinaldo. O atacante tabelou com Walter, limpou a marcação e finalizou no canto direito de Hugo, mas o goleiro flamenguista, mais uma vez, evitou o gol.

Léo Cittadini foi calçado por Renê dentro da área, aos 29. Após consultar o VAR, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro confirmou a penalidade. Só que Walter foi parado pelo goleiro Hugo – foi a primeira defesa de pênalti do jovem goleiro, de apenas 21 anos, como profissional.

O lance perdido foi um balde de água fria nas pretensões do Athletico, e o Flamengo voltou a embalar o Flamengo. Depois de contra-ataque puxado por Isla, Bruno Henrique invadiu a área e por muito pouco não anotou um golaço.

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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