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Justiça Eleitoral apreende material com informações falsas no comitê do candidato Pedro Coelho

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A Justiça Eleitoral da Comarca de Goioerê, através do Juiz Eleitoral Christian Palharini, determinou ao Cartório Eleitoral e a Polícia Militar a apreensão de material de campanha do candidato Pedro Coelho, considerada divulgação de “notícia sabidamente falsa”, colhida no intitulado “Jornal da Verdade”, que contém informações falsas atribuídas ao candidato a vice-prefeito Agilson Flauzino, na chapa do candidato Brito da Saúde.

No intitulado “Jornal da Verdade” a notícia atribuída ao candidato a vice-prefeito Agilson Flauzino, enquanto no exercício de função de vereador, de ter votado contra o Projeto de Lei, que visava financiamento para pavimentação asfáltica em bairros periféricos de Goioerê.

Esclarece que quando da manifestação de seu voto, teria exposto que não era contra a realização das obras, mas sua posição era motivada em razão de entender estar presentes diversas irregularidades de conteúdo e trâmite do projeto, tal como ausência de informações mínimas quando do encaminhamento para votação, ausência de comunicação aos vereadores da taxa de juros do financiamento, locais que seriam agraciados, inexistência de informação acerca existência ou não de contribuição de melhoria, ausência de levantamento da condição financeira dos beneficiados para eventual isenção tributária decorrente da obra, indicativo de utilização dos recursos em vias desprovida de projetos e orçamentos, estudo de impacto financeiro irregular, previsão de utilização do empréstimo para remodelação de praças e não de pavimentações asfálticas e localidades em bairros não contemplados no projeto e que até mesmo teria feito sugestões para readequações do projeto.

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NO COMITÊ. A busca e apreensão do referido material contendo informações falsas, foi realizada pela equipe do Cartório Eleitoral, acompanhado da Equipe a Polícia Militar.

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TRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos

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O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu, nesta quarta-feira (19), pela cassação dos mandatos do prefeito de Moreira Sales, Luiz Volpato, e da vereadora Priscila Albano, que foi a candidata mais votada para a Câmara Municipal nas eleições de 2024. A decisão está relacionada a uma investigação sobre suposta compra de votos.

No caso do prefeito, a Justiça Eleitoral de primeira instância havia julgado a ação de forma favorável a Volpato, entendendo que não havia comprovação suficiente de sua participação no esquema atribuído à vereadora.

O Ministério Público Eleitoral recorreu da sentença e levou o caso para análise do TRE-PR. No julgamento realizado nesta quarta-feira, a maioria dos integrantes da Corte acolheu o recurso. O resultado foi de 5 votos pela cassação contra 2.

A situação de Priscila Albano já era diferente. A vereadora havia sido cassada em primeira instância e recorreu da decisão. Ao analisar o recurso, o TRE-PR decidiu manter a cassação do mandato.

Prefeito pode ser afastado

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral ainda não encerra definitivamente o processo. As partes podem apresentar embargos de declaração, recurso destinado a questionar eventual omissão, contradição, obscuridade ou erro na decisão.

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Também existe a possibilidade de recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme o entendimento apresentado durante o julgamento, contudo, Volpato poderá deixar o cargo enquanto o processo estiver em tramitação.

Caso isso ocorra, o comando do município poderá ser assumido temporariamente pelo presidente da Câmara de Moreira Sales, Gustavo Henrique Santos, conhecido como Gustavo do Esporte.

A definição sobre a permanência ou não do prefeito no cargo deverá observar os desdobramentos processuais e as decisões da Justiça Eleitoral.

Composição da Câmara

Com a perda do mandato de Priscila Albano, a composição da Câmara Municipal também deverá passar por alteração.

Será necessária a retotalização dos votos das eleições municipais de 2024, procedimento realizado pela Justiça Eleitoral para recalcular a distribuição das cadeiras após a alteração na validade dos votos.

Somente depois desse processo será definido quem ocupará a vaga deixada pela vereadora.

A decisão desta quarta-feira ainda está sujeita a recursos nas instâncias superiores da Justiça Eleitoral.

/ilustrado.com.br

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