NOTÍCIAS DO PARANÁ

Homem morre e criança é baleada em atentado no Paraná

Publicados

em

Um homem morreu e uma criança de cinco anos foi baleada na noite de segunda-feira (31), na cidade de Foz do Iguaçu, região Oeste do Paraná. A criança foi atingida por uma bala perdida.

Segundo informações da Delegacia de Homicídios, crianças e adultos estavam na Rua Maria Lazaroto Barzan, no Bairro Cidade Nova, quando um carro parou e os ocupantes chamaram o homem de 32 anos pelo apelido.
Ao atender ao chamado, os atiradores tiveram certeza do alvo e começaram a disparar contra o homem, que saiu correndo para dentro de uma residência, devido aos graves ferimentos ele morreu dentro da casa.

Uma menina, de cinco anos, que estava brincando na rua foi baleada na perna e precisou de atendimento dos socorristas do Siate. Ela sofreu ferimentos graves e foi encaminhada para unidade hospitalar.

Policiais militares e investigadores da Delegacia de Homicídios foram até o local. O corpo do homem foi levado para o Instituto Médico Legal de Foz do Iguaçu. A vítima não teve sua identificação confirmada, mas segundo o instituto, familiares do homem estão vindo de São Paulo, para realizar a liberação do corpo, que deve ocorrer na quarta-feira, 2.

Leia Também:  Projeção da inflação para 2022 varia de 5,60% para 5,61%

 

 

(Tribuna Popular/Ric Mais).

Propaganda

NOTÍCIAS DO PARANÁ

Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

Publicados

em

Por

O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

Leia Também:  Emissão da Nota Fiscal Eletrônica para produtor rural é obrigatória desde 1º de janeiro

“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

Leia Também:  Saúde de Goioerê vacinou 77,4% dos trabalhadores da educação

Fonte: ALEP

Continue lendo

QUARTO CENTENÁRIO

PARANÁ

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA