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Produtor de Goioerê bate recorde de remuneração por cabeça de frango na Copacol

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No último lote de aves entregues à Cooperativa, o avicultor do município de Goioerê, Gilberto Fortis, superou todos os recordes de remuneração, ou seja, ele obteve como resultado, o maior valor já pago pela Copacol ao avicultor nos quase 40 anos de história na atividade, R$ 1,85 liquido por cabeça de frango.

Ele também obteve a maior pontuação de IEP (índice de Eficiência Produtiva) da semana, 443 pontos. O peso médio obtido por cabeça de frango ficou em 3.467 Kg, enquanto que a conversão alimentar ficou 1.636 Kg e o crescimento diário das aves alcançaram uma media 75.37 gramas.

O produtor recordista em remuneração, Gilberto Fortis, entre outros fatores, diz que o resultado em boa parte está atrelado ao bom atendimento técnico que é prestado pela Cooperativa através do médico veterinário Rafael Mendonça.

Ele também tece elogias e agradece o bom trabalho que é realizado pelos colaboradores, o José com a esposa Elza e o filho Henrique, que são responsáveis pelos cuidados diários com as aves na propriedade.

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“A parceria com a Copacol nos proporciona uma oportunidade a mais de termos resultados no campo e isso representa segurança. Estamos obtendo bons resultados e diante disso só tenho a agradecer à Copacol por essa oportunidade de diversificar, aos meus colaboradores pelo dedicado trabalho do dia-a-dia e à equipe técnica que nos orienta e nos direciona na condução dos trabalhos”, enaltece o cooperado.

O último recorde de valor pago ao avicultor, havia sido registrado no final do mês de setembro, ocasião em que o produtor Adilson Fábris recebeu o valor de R$ 1,84 por cabeça de frango.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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