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Revolução jovem compromissada com destinos do Paraná

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No Paraná, uma corrente de jovens políticos, governador Ratinho Junior é um dos elos, vem rompendo mesmices de iniciativas previsíveis de administradores municipais e estaduais e estão assumindo protagonismo com propostas inovadoras. Eles surgem de uma revolução política silenciosa, baseada em estudos, dever ético com ações construtivas de gestos de solidariedade.

Esses jovens políticos têm dado as costas à guerra estúpida e nociva entre esquerda e direita, que a cada dia se acentua, sem trégua, sem racionalidade e em grau de perigoso. Não compactuam com argumentos rasos e delirantes e buscam estudar o seu Estado, seu país, antes de se comunicar aos rebanhos submissos e acéfalos de seus próprios partidos.

Engrossam e fortalecem essa corrente, um grande número de deputados estaduais que brotam nos corredores da Assembleia Legislativa. Entre eles, destacamos, hoje, o secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Guto Silva, que, na sua espinhosa função tem se submetido ao mais rigoroso teste de paciência, tolerância e força de caráter.

Entre versos poéticos, rock and roll, baquetas, projetos, planejamento, compliance e tapinhas nas costas, vai traçando e trilhando seu caminho, numa travessia que objetiva alcançar uma das torres do Congresso Nacional, a do Senado Federal. Tem encontrado pedras no caminho e sabe que a luta não será fácil. Mas é disciplinado e enxerga um horizonte promissor. Pretende descer um andar no Palácio Iguaçu.

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Quem está pavimentando esta estrada para Guto Silva é o governador Ratinho Junior que tem dado palanque ao jovem deputado e fiel escudeiro. Uma justa moeda de troca, porque o então deputado assumiu a linha de frente da campanha de Ratinho Junior rumo ao Palácio Iguaçu e permanece na fileira até hoje para sua reeleição. Lealdade, fidelidade e obediência.

Uma frase que o ouvi dizer: “nós não podemos inviabilizar o futuro de gerações e muito menos dar as costas à sociedade”.

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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