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Palmeiras supera Athletico-PR e conquista a Recopa Sul-Americana

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O Palmeiras conquistou nesta quarta-feira (2) o título inédito da Recopa Sul-Americana. No Allianz Parque, em São Paulo, diante de 30 mil torcedores, o Verdão bateu o Athletico-PR por 2 a 0. Na partida de ida, na Arena da Baixada, em Curitiba, as equipes empataram por 2 a 2.

Foi a segunda vez que o Alviverde disputou o torneio. No ano passado, os paulistas ficaram com o vice-campeonato. Após vencerem o Defensa y Justicia no primeiro jogo, por 2 a 1, no estádio Norberto Tomaghello, em Florencio Varela (Argentina), os brasileiros foram derrotados pelo mesmo placar no Mané Garrincha, em Brasília. Nos pênaltis, os argentinos ganharam por 4 a 3.

No Palmeiras desde novembro de 2020, Abel Ferreira ergueu o quarto troféu (em oito finais disputadas) e se tornou o quarto técnico mais vezes campeão no clube. Ele também levou o Verdão aos títulos das duas últimas Libertadores (2020 e 2021) e da Copa do Brasil (2020). O português está empatado com os uruguaios Humberto Cabelli e Ventura Cambón e fica atrás somente de Vanderlei Luxemburgo (oito conquistas), Oswaldo Brandão (sete) e Luiz Felipe Scolari (seis).

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O Verdão ainda se igualou aos rivais Santos e Corinthians, que já haviam conquistado a Recopa uma vez (2012 e 2013, respectivamente). O São Paulo foi campeão duas vezes (1993 e 1994) e é o clube brasileiro com mais títulos no torneio, ao lado de Internacional (2007 e 2011) e Grêmio (1996 e 2018). Cruzeiro (1998), Atlético-MG (2014) e Flamengo (2020) também venceram a competição anteriormente.

O primeiro tempo teve um maior volume de jogo do Palmeiras, que finalizou quase quatro vezes a mais (11 a 3), mas nenhuma delas na direção do gol, assim como o Athletico. O Verdão apostou bastante em cruzamentos da esquerda, mas a defesa rubro-negra levou a melhor na maioria das disputas pelo alto. O Furacão conseguiu chegar à meta alviverde somente nos 15 minutos finais, mas sem grande perigo ao goleiro Weverton.

O Alviverde manteve a postura ofensiva na etapa final, desta vez balançando as redes. Aos cinco minutos, o meia Zé Rafael cobrou falta da entrada da área e mandou nas redes. O goleiro Santos ainda tocou na bola, sem sucesso, mas evitou o segundo na sequência, três minutos depois, salvando uma bicicleta do atacante Rony, dentro da área.

O Athletico tentou se lançar ao ataque, ainda que com dificuldades para entrar na área palmeirense. Aos 33, o meia Marlos cobrou escanteio pela direita, o volante Erick cabeceou no meio do gol, Weverton agarrou, mas deixou escapar e o lateral Marcos Rocha afastou na hora H. O Furacão deu espaços e o Palmeiras aproveitou. Aos 42, o meia Eduard Atuesta roubou a bola na intermediária e cruzou rasteiro para o volante Danilo finalizar no canto e definir o placar. Após o gol, Abel Ferreira foi expulso após uma discussão entre membros das comissões técnicas.

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Os dois times voltam a campo no domingo (6), às 16h (horário de Brasília), pelos respectivos campeonatos estaduais. O Palmeiras recebe o Guarani, novamente no Allianz, pela décima rodada do Paulista. O Athletico vai ao estádio Olímpico Regional, em Cascavel (PR), enfrentar o time da casa, pela última rodada da primeira fase do Paranaense.

Agência Brasil

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Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil

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A Noruega será adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (30), a seleção escandinava superou a Costa do Marfim por 2 a 1 em Dallas, e terá pela frente a equipe brasileira no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

A estrela de Erling Haaland brilhou. Bem marcado ao longo do jogo, o atacante mostrou que precisa de poucas chances para ser letal. O camisa 9 balançou as redes pela quinta vez na Copa, a um de se igualar o craque argentino Lionel Messi, artilheiro da competição. Pai do astro norueguês, o ex-lateral Alf-Inge Haaland estava no estádio e se emocionou.

O Brasil terá pela frente a única seleção que nunca derrotou na história. Em quatro jogos, são dois empates e dois triunfos noruegueses. O último foi justamente em uma Copa do Mundo. Em 1998, na França, os escandinavos ganharam por 2 a 1, de virada, pela fase de grupos.

EFICIÊNCIA ESCANDINAVA

Apesar de controlar o jogo durante a maior parte do primeiro tempo, a Costa do Marfim pecou na conclusão das jogadas. Foram duas chances claras desperdiçadas.

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Aos 20 minutos, o lateral Ghislain Konan invadiu a área na esquerda, driblou o zagueiro Marcus Pedersen e chutou rasteiro, rente à trave direita, pelo lado de fora da rede. Sete minutos depois, Yan Diomandé cruzou pela esquerda, o também atacante Nicolas Pépé escapou do lateral David Wolfe e finalizou na pequena área, mas pegou muito mal.

Quando conseguiu se desvencilhar da pressão marfinense, a Noruega saiu na frente. Aos 38 minutos, o meia Martin Odegaard abriu para Antonio Nusa pela esquerda. O atacante entrou na área, levou para a perna direita e acertou o ângulo do goleiro Yahia Fofana, que nada pôde fazer.

O BRILHO DO ARTILHEIRO

A etapa final foi ainda mais movimentada, com os Elefantes se lançando ao ataque. Aos nove minutos, o lateral Guéla Doué dominou a bola na entrada da área pela direita e chutou forte. A bola explodiu no zagueiro Torbjørn Heggem. Na sobra, na cara do gol, Pépé bateu e o goleiro Orjan Nyland fez uma bela defesa.

A Noruega, tentando administrar a vantagem, saía apenas em contra-ataques. Em um deles, aos 20 minutos, Odegaard colocou na área, o atacante Alexander Sorloth desviou de cabeça e Heggem chegou finalizando, livre, mas o ponta Amad Diallo salvou em cima da linha.

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O próprio Diallo foi quem deixou tudo igual. Aos 28 minutos, o atacante tabelou com Pépé pela direita, driblou Wolfe, deixou o meia Sander Berge no chão e mandou para as redes, marcando um golaço.

A Costa do Marfim, então, foi quem recuou, dando campo para a Noruega atacar, tentando aproveitar a velocidade dos homens de frente às costas da marcação. A estratégia não funcionou. Aos 40 minutos, Oscar Bobb lançou em profundidade o também meia Patrick Berg, que, na área, tocou na esquerda para Haaland decidir a classificação escandinava.

Agência Brasil

Créditos: Rafael Ribeiro/CBF
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