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GERALExtrato de alecrim pode ser usado no combate ao mosquito da dengue; veja como fazer

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Mais um aliado contra o mosquito! Uma pesquisa recente descobriu que o alecrim pode ser uma arma poderosa no combate a dengue. O estudo foi realizado pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) e diz que a aplicação de uma colher de chá de extrato de alecrim em um litro de álcool 96º pode ser uma alternativa eficiente e sustentável para controlar as larvas do mosquito Aedes aegypti.

Os resultados do estudo foram promissores: o extrato de alecrim se mostrou mais eficiente que a água sanitária na eliminação das larvas do Aedes aegypti, com uma taxa de mortalidade de 85% em comparação aos 78% do controle convencional.

Isso ocorre porque o alecrim possui compostos fenólicos em sua composição, que são conhecidos por suas propriedades larvicidas. Esse método de controle do mosquito da dengue pode ser aplicado de forma doméstica, sendo uma opção natural e de baixo custo.

Passo a passo de como fazer em casa

Primeiro, você vai adicionar 25g de alecrim a 100ml de álcool 96°. Feche bem o frasco e coloque-o em um local fresco e escuro.

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Você pode até cobrir com papel alumínio para não deixar a luz entrar. Deixe a mistura agir por uma semana. Passado o período de infusão, coe o líquido usando um filtro de café ou uma peneira fina para separar as folhas do extrato.

O próximo passo é colocar o líquido em outro recipiente e cobrir com papel filme. Faça alguns furinhos para o álcool evaporar. Depois você pode cobrir tudo de novo com o papel alumínio para não passar a luz pra ficar escuro. Espere duas semanas e pronto!

O líquido fica bem verdinho e dura anos. Só tem que guardar embrulhado em um papel alumínio em temperatura ambiente.

Pra usar também não tem segredo! É só aplicar a mistura feita do extrato de alecrim e álcool de farmácia (lembre que tem que ser 96º) nos locais onde há foco de dengue e água parada.

A descoberta foi da estudante de Ciências Biológicas Clerrane Santana, orientada pela Professora Dra. Francislete Melo do CEUB.

E além de contribuir para a redução das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, o método também preserva o meio ambiente.

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Com os períodos chuvosos, o Brasil enfrenta um grave problema com as infecções causadas pelo mosquito da dengue.

Com esses dados alarmantes, é importante buscar alternativas sustentáveis e eficientes para combater o Aedes aegypti.

O extrato de alecrim pode ser uma solução viável e acessível para o controle das larvas desse mosquito. Que tal tentar essa receita em casa?

 

foto:tuasaude

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CURIOSIDADES

Consumo moderado de café reduz risco de demência

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Seja para dar o pontapé inicial na semana ou para acompanhar uma conversa, o café se estabeleceu como uma das bebidas mais populares e consumidas do mundo. O que a ciência tem revelado é que, quando consumido com moderação, esta bebida pode ser benéfica para a saúde.

Um estudo publicado no JAMA (The Journal of the American Medical Association), um periódico científico revisado por pares, em fevereiro de 2026 mostrou que o consumo moderado de café e chás com cafeína pode estar associado a um menor risco de demência e uma melhor função cognitiva.

“A cafeína é tida como neuroprotetora por regular a liberação de neurotransmissores como o glutamato, que é responsável por evitar a toxicidade celular. Ela também estimula a produção de BDNF, uma proteína que ajuda na sobrevivência das células e na plasticidade sináptica. Somado ao alto teor de antioxidantes, esse processo ajuda a blindar o tecido cerebral contra o estresse oxidativo, o que mantém a integridade das conexões neurais”, explica o neurologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Edson Issamu Yokoo.

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De acordo com o especialista, a ingestão de café está associada à liberação de dopamina, o que contribui diretamente para a melhora do humor e da concentração, otimizando o desempenho cognitivo. Além disso, a bebida também pode trazer benefícios para a saúde física e metabólica.

“A cafeína é capaz de aumentar a taxa metabólica, auxiliando na queima de gordura e na preparação do corpo para o esforço físico intenso, por conta da elevação dos níveis de adrenalina”, comenta o médico.

A bebida também é, para muitas pessoas que seguem a dieta ocidental, a maior fonte de antioxidantes, frequentemente superando a ingestão desses compostos por meio de frutas e vegetais. “Ele é rico em polifenóis e ácidos clorogênicos, substâncias essenciais que atuam no combate à inflamação e ao envelhecimento celular”, reforça o neurologista.

Segundo o especialista, é importante lembrar que o consumo de café não é o principal fator para prevenir demências. O excesso de café pode adicionar problemas  como os transtornos coronarianos e até eventos vasculares encefálicos.

Como consumir?

Para colher todos os benefícios que a ciência atribui ao café, a recomendação é o café preto e puro, sem adição de açúcar ou adoçantes artificiais. O neurologista ressalta que o consumo dessa forma garante a preservação das propriedades termogênicas, antioxidantes e de estímulo cognitivo do grão.

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“Ao transformá-lo em uma bebida que se assemelha mais a uma sobremesa, com a adição de xaropes saborizados, creme de leite, leite condensado, chantilly ou grandes quantidades de leite e açúcar, os ganhos metabólicos e os efeitos benéficos são anulados pelas calorias, gorduras saturadas e açúcares extras”, explica o especialista.

Outro ponto importante é ter um monitoramento do consumo, especialmente para aqueles indivíduos que já sofrem de quadros de ansiedade generalizada, transtornos do pânico ou insônia crônica.

“O horário ideal para a última xícara de café do dia geralmente é até o meio da tarde, por volta das 15h ou 16h, garantindo que a bebida não afete a qualidade do sono e da saúde mental. O consumo tardio pode prolongar a latência do sono e diminuir a eficiência dos benefícios”, conclui Yokoo. PARANA PORTAL Foto/Tezlahotel.com.br

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