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CAFELÂNDIA – Pai encontra corpo de filho desaparecido em cachoeira. Veja o video.

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A agonia dos pais do jovem Herick Camargo 20 anos, desaparecido havia 37 dias no rio melissa, em Cafelândia (64 km de Goioerê) chegou ao fim na manhã de quarta-feira, 21, quando o corpo do jovem que se afogou e desapareceu no último dia 14 de janeiro de 2024, na cachoeira do rio Melissa, foi encontrado pelo próprio pai Cláudio Camargo, que durante todo esse tempo nunca desistiu ou deixou de ir no rio um dia sequer. ASSISTA VÍDEO ABAIXO.

No último domingo o pai e um familiar passaram pelo mesmo local e não viram nada, (na parte da manhã). À tarde choveu muito na região, na segunda feira o pai optou por ir mais pra baixo fazer buscas, entrando pela ponte do rio Melissa e subindo cerca de 2 km mas nada encontrou.

Na manhã de quarta-feira, após sua oração matinal optou por voltar lá próximo aos pinheiros onde haviam mergulhado na semana passada, e ao chegar a cerca de 50 metros depois dos pinheiros acabaram encontrando o corpo boiando as margens do rio, já em decomposição aparecendo apenas parte superior/coxas, shorts que ele usava no dia, (verde com preto) e parte do abdômen.

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Polícia civil, militar, científica, IML, bombeiros e defesa civil foram no local para resgatar o corpo, que foi encaminhado ao IML de Cascavel.

Tudo indica estava enroscado no fundo do rio nas proximidades onde foi encontrado e deve ter boiado na tarde ou noite do último domingo, depois que o pai havia passado pelo local. (GR Informações).

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CLIQUE ABAIXO E ASSISTA AO VÍDEO EMOCIONANTE COM O PAI DE HERICK
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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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