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Biomédica de Mamborê morre atropelada ao tentar atravessar rodovia em Boa Esperança. Vítima participa do almoço da Vaca Atolada

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A jovem biomédica, identificada como Andressa Almeida, moradora de Mamborê, acabou morrendo atropelada em um trágico acidente no fim da tarde desse domingo (28), na rodovia PR-468, que liga o município de Boa Esperança à rodovia BR-369. Segundo informações, outras duas pessoas, moradoras de Terra Boa, também foram atropeladas e ficaram feridas.

As vítimas participavam do almoço do prato típico Vaca Atolada. De acordo com informações, elas cruzavam a rodovia quando foram atingidas por um veículo Voyage em alta velocidade, cujo motorista fugiu do local sem prestar socorro. As vítimas foram arremessadas a alguns metros do ponto de impacto, sofrendo ferimentos.

Andressa chegou a ser socorrida com vida por uma equipe do Samu, porém não resistiu aos ferimentos, entrando em óbito. Polícia Militar, Civil e Perícia estiveram no local para a coleta de informações para investigação do caso. Até o fechamento desta reportagem o atropelador não havia sido encontrado.

O corpo da vítima, que trabalhava em um hospital de Mamborê, foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) de Campo Mourão. As outras duas pessoas atropeladas são moradoras de Terra Boa.

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FONTE TRIBUNA DO INTERIOR CM

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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