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Com time reserva, Coritiba perde de virada para a Chape e amplia vexame na Série B

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Cumprindo tabela, o Coritiba perdeu para a Chapecoense, de virada, por 2 a 1, na tarde deste domingo (17), em jogo fraco tecnicamente na Arena Condá, em Chapecó (SC). A partida foi válida pela 37ª rodada e ampliou o vexame do Alviverde na Série B do Campeonato Brasileiro.

O português Josué, de pênalti, marcou o golzinho do Coxa no jogo protocolar, ainda no primeiro tempo. Peroti, de cabeça, e Tárik, em chute de longa distância, viraram para o time catarinense.

Sem qualquer pretensão esportiva nesta reta final de Série B, o técnico interino Guilherme Bossle preteriu boa parte dos atletas que vinham atuando no time titular, e levou a campo uma equipe praticamente reserva, sob a justificativa de rodar o elenco.

Apesar de aumentar a humilhação na temporada, a derrota não muda em nada a vida do Coxa na disputa, que permanece na 10ª colocação, com 50 pontos. O clube jogará a Bezona em 2025, pela sétima vez na era dos pontos corridos.

Já a Chape celebra o resultado, que também garante o clube na Série B, e sela o rebaixamento da Ponte Preta.

A despedida melancólica do Coritiba da temporada 2024 ocorre diante da torcida. O time recebe o Botafogo-SP no Couto Pereira, a princípio no domingo (24), às 18h30 – o jogo poderá ser antecipado pela CBF, já que ambos não disputam nada na última rodada.

Joguinho fraco tecnicamente no péssimo gramado da Arena Condá

O Coritiba entrou no péssimo gramado da Arena Condá desfigurado, com um time recheado de jogadores que pouco atuaram na temporada. A Chape, que precisava pontuar para selar a permanência na Série B, arrematou duas vezes já nos primeiros minutos, mas sem perigo para o goleiro Benassi, que fazia sua estreia no campeonato.

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Aos 23 minutos, Rafael Carvalheira alçou a bola para Marcinho na área. Benassi sai catando borboletas, mas a zaga afastou providencialmente a bola. Depois disso, as chances minguaram.

Com exceção de dois chutes de longa distância, com Josué e Thalisson, o Alviverde custou a emplacar alguma chance efetiva no primeiro tempo. Aos 38, Marcelinho cortou cruzamento de Lucas Ronier com a mão. Pênalti confirmado com o auxílio do árbitro de vídeo. Na cobrança, o português Josué deslocou Léo Vieira para abrir o placar: 1 a 0.

Lá vem a Chape…

Precisando do empate para não se complicar na última rodada da Série B, a Chape se lançou ao ataque na etapa final. Logo no primeiro minuto, Ítalo aproveitou a sobra após cobrança de escanteio e por muito pouco não marcou.

Dois minutos depois, o mesmo Ítalo invadiu a área e tentou surpreender Benassi – a bola triscou a trave esquerda.

A resposta veio com Wesley Pomba, que ganhou da marcação e saiu cara a cara com o goleiro, mas jogou sobre Léo Vieira.

O time catarinense seguiu mais agudo no jogo. Em cobrança de lateral para o miolo da área, Peroti, mesmo marcado dois dois zagueiros, cabeceou forte para as redes: 1 a 1.

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A Chapecoense virou o jogo logo na sequência: o volante Tárik arriscou do meio da rua, a bola desviou em Thalisson e traiu o goleiro Benassi.

Com ritmo – e qualidade – de pelada, e o placar consolidado, o jogo seguiu com poucas emoções até o fim.

 

FONTE PARANA PORTAL Foto: Liamara Polli/AGIF/Folhapress

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Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil

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A Noruega será adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (30), a seleção escandinava superou a Costa do Marfim por 2 a 1 em Dallas, e terá pela frente a equipe brasileira no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

A estrela de Erling Haaland brilhou. Bem marcado ao longo do jogo, o atacante mostrou que precisa de poucas chances para ser letal. O camisa 9 balançou as redes pela quinta vez na Copa, a um de se igualar o craque argentino Lionel Messi, artilheiro da competição. Pai do astro norueguês, o ex-lateral Alf-Inge Haaland estava no estádio e se emocionou.

O Brasil terá pela frente a única seleção que nunca derrotou na história. Em quatro jogos, são dois empates e dois triunfos noruegueses. O último foi justamente em uma Copa do Mundo. Em 1998, na França, os escandinavos ganharam por 2 a 1, de virada, pela fase de grupos.

EFICIÊNCIA ESCANDINAVA

Apesar de controlar o jogo durante a maior parte do primeiro tempo, a Costa do Marfim pecou na conclusão das jogadas. Foram duas chances claras desperdiçadas.

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Aos 20 minutos, o lateral Ghislain Konan invadiu a área na esquerda, driblou o zagueiro Marcus Pedersen e chutou rasteiro, rente à trave direita, pelo lado de fora da rede. Sete minutos depois, Yan Diomandé cruzou pela esquerda, o também atacante Nicolas Pépé escapou do lateral David Wolfe e finalizou na pequena área, mas pegou muito mal.

Quando conseguiu se desvencilhar da pressão marfinense, a Noruega saiu na frente. Aos 38 minutos, o meia Martin Odegaard abriu para Antonio Nusa pela esquerda. O atacante entrou na área, levou para a perna direita e acertou o ângulo do goleiro Yahia Fofana, que nada pôde fazer.

O BRILHO DO ARTILHEIRO

A etapa final foi ainda mais movimentada, com os Elefantes se lançando ao ataque. Aos nove minutos, o lateral Guéla Doué dominou a bola na entrada da área pela direita e chutou forte. A bola explodiu no zagueiro Torbjørn Heggem. Na sobra, na cara do gol, Pépé bateu e o goleiro Orjan Nyland fez uma bela defesa.

A Noruega, tentando administrar a vantagem, saía apenas em contra-ataques. Em um deles, aos 20 minutos, Odegaard colocou na área, o atacante Alexander Sorloth desviou de cabeça e Heggem chegou finalizando, livre, mas o ponta Amad Diallo salvou em cima da linha.

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O próprio Diallo foi quem deixou tudo igual. Aos 28 minutos, o atacante tabelou com Pépé pela direita, driblou Wolfe, deixou o meia Sander Berge no chão e mandou para as redes, marcando um golaço.

A Costa do Marfim, então, foi quem recuou, dando campo para a Noruega atacar, tentando aproveitar a velocidade dos homens de frente às costas da marcação. A estratégia não funcionou. Aos 40 minutos, Oscar Bobb lançou em profundidade o também meia Patrick Berg, que, na área, tocou na esquerda para Haaland decidir a classificação escandinava.

Agência Brasil

Créditos: Rafael Ribeiro/CBF
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