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Universidades públicas do Paraná ofertam 8.035 vagas pelo Sisu; inscrições iniciam nesta sexta

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As universidades públicas do Paraná ofertam 8.035 vagas para ingresso em 536 cursos de graduação por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O programa, criado pelo Ministério da Educação (MEC), permite aos estudantes que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) disputar vagas em universidades públicas e institutos federais.

O sistema abre o período de inscrições nesta sexta-feira (17) e encerra no dia 21 de janeiro. As inscrições são realizadas no site do Sisu: (sisualuno.mec.gov.br).

Para participar, é necessário ter obtido nota superior a zero na redação e não ter declarado condição de treineiro no momento da inscrição do Enem. Os candidatos podem selecionar até duas opções de cursos dentre aqueles oferecidos no processo seletivo. O resultado será divulgado no dia 26 de janeiro. Os aprovados devem realizar as matrículas entre os dias 27 e 31 de janeiro.

As universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Centro-Oeste (Unicentro), Norte do Paraná (UENP) e Paraná (Unespar) ofertam 3.180 vagas em 260 cursos de graduação.

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A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) deixa de oferecer vagas pelo Sisu e abre um sistema próprio com a pontuação obtida no Enem. A instituição abriu 784 vagas para 64 cursos no processo seletivo. As inscrições seguem até às 17 horas do dia 21 de janeiro pelo site: www.unioeste.br/enem. Mais informações estão disponíveis AQUI.

OUTRAS INSTITUIÇÕES

As demais instituições de ensino superior do Paraná ofertam 4.855 vagas pelo Sisu. A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) está com 2.201 vagas disponíveis em 107 cursos. A Universidade Federal do Paraná (UFPR) tem 1.314 vagas para 121 cursos. A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) disponibiliza 695 vagas para 28 cursos. A Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) abriu 595 vagas para 17 cursos. A Faculdade Municipal de Educação e Meio Ambiente (Fama) oferece 50 vagas em três cursos.

As vagas estão distribuídas em 37 cidades do Estado, abrangendo instituições localizadas em: Apucarana, Bandeirantes, Campo Mourão, Chopinzinho, Cianorte, Cidade Gaúcha, Clevelândia, Cornélio Procópio, Coronel Vivida, Curitiba, Dois Vizinhos, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Goioerê, Guarapuava, Irati, Ivaiporã, Jacarezinho, Jandaia do Sul, Laranjeiras do Sul, Loanda, Londrina, Maringá, Matinhos, Medianeira, Palotina, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Prudentópolis, Realeza, Santa Helena, Toledo, Umuarama e União da Vitória.

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Os interessados podem consultar a lista completa de vagas, cursos, cidades e instituições participantes no site oficial do Sisu: sisu.mec.gov.br/#/vagas.

Vagas nas estaduais:

Universidade Estadual de Londrina (UEL): 588 vagas em 50 cursos

Universidade Estadual de Maringá (UEM): 639 vagas em 52 cursos

Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro): 595 vagas em 52 cursos

Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP): 381 vagas em 29 cursos

Universidade Estadual do Paraná (Unespar): 977 vagas em 77 cursos

Serviço:

Processo seletivo do Sisu 2025

Consulte as vagas AQUI

Inscrição: 17 a 21 de janeiro – sisualuno.mec.gov.br

Resultado: 26 de janeiro

Matrícula da chamada regular: 27 a 31 de janeiro

Agência Estadual de Notícias Foto: SETI-PR
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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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