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Pedágio volta a ser cobrado na BR-277 entre Foz do Iguaçu e Prudentópolis após quatro anos

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Após quatro anos sem cobrança, o pedágio voltou a ser uma realidade para quem trafega pela BR-277, no trecho entre Foz do Iguaçu e Prudentópolis, desde o ultimo sábado (28). A retomada ocorre pouco mais de dois meses após a assinatura do contrato de concessão com a EPR Iguaçu, empresa responsável pela administração do Lote 6.

Durante os últimos dez dias, a concessionária realizou uma operação assistida, informando motoristas sobre o retorno da cobrança. A autorização foi concedida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), e as praças de pedágio reativadas são as mesmas utilizadas anteriormente.

Os valores para automóveis, caminhonetes e furgões são:

Cascavel (km 568): R$ 15,10

Céu Azul (km 620): R$ 15,20

São Miguel do Iguaçu (km 704): R$ 17,40

Prudentópolis (km 302): R$ 16,70

Candói (km 388): R$ 16,10

Laranjeiras do Sul (km 464): R$ 15,20

O pagamento pode ser feito em dinheiro, cartão ou TAG eletrônica. Para quem utiliza TAG, há desconto fixo de 5% e descontos progressivos para usuários frequentes, que podem chegar a até 98%, conforme a quantidade de passagens mensais por uma mesma praça.

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Novas praças a caminho

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O contrato de concessão também prevê a instalação de três novas praças de pedágio no Sudoeste do Paraná, localizadas em Lindoeste (BR-163), Ampére (PR-182) e Pato Branco (PR-280), com previsão de implantação em até 12 meses.

A volta da cobrança encerra o período de gratuidade iniciado em 2021, após o fim dos contratos anteriores, e acontece em meio a um cenário econômico que ainda pesa para muitos motoristas e para o setor produtivo, que vê o retorno da tarifa como mais um desafio no custo do transporte no estado.

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NOTÍCIAS DO PARANÁ

Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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