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Policial mata a ex-companheira e o namorado dela em Terra Boa

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Um policial militar foi preso por cometer crime bárbaro de feminicídio na madrugada deste sábado, 31, em Terra Boa. Após desconfiar que a ex-companheira estava acompanhada de outro homem, ele foi até a casa dela e atirou contra os dois que morreram no local.

Jessica Brito de Lima, 30 anos, estava acompanhada de Gabriel Dulo, 23 anos. O fato ocorreu por volta da 01h30 deste sábado, na rua Isamu Namiki, no jardim Botânico.

De acordo com informações repassadas pela Polícia Cicil, o policial estaria conversando com a ex-mulher pelo aplicativo WhatsApp, quando ela parou repentinamente de responder.

Desconfiado, ele foi até a casa dela e viu uma motocicleta estacionada no local. Após chamar a ex-companheira várias vezes e não ser respondido, ele atirou em uma porta de vidro e invadiu o imóvel.

A mulher teria então aparecido e entrado em sua frente gritando para que ele parasse, mas o policial atirou contra a vítima. Em seguida, ao entrar no quarto e encontrar o atual namorado da ex-companheira, ele fez novos disparos matando também o rapaz.

No total, foram cerca de 17 tiros de pistola 9mm. Após o ocorrido, o policial se apresentou no Destacamento da Polícia Militar e relatou os fatos, sendo então encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil.

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Equipes da Polícia Militar, Civil e demais órgãos competentes foram acionados para atender a ocorrência, mas já encontraram o casal em óbito. A área foi isolada para o trabalho da perícia, e os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) de Campo Mourão.

O policial, que estava separado há cerca de um mês, tinha uma filha. O caso segue sob investigação.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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