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Ana Marcela Cunha vence maratona aquática e Brasil chega ao quarto ouro em Tóquio

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A baiana Ana Marcela Cunha venceu a Maratona Aquática de 10Km na noite desta terça-feira (3) e conquistou o quarto ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

A holandesa Sharon van Rouwendaal e a australiana Kareena Lee fecharam o pódio.

Essa foi a terceira participação da baiana em Jogos Olímpicos, tendo estreado com apenas 16 anos em Pequim 2008 e ficado na quinta colocação. No Rio de Janeiro, um erro em uma das paradas para reabastecimento fez a brasileira marcar apenas o décimo tempo.

Com o ouro de Ana Marcela Cunha, o Brasil chegou a 15 medalhas conquistadas em Tóquio, com quatro ouros, três pratas e oito bronzes, ocupando momentaneamente a 14ª colocação no quadro de medalhas.

ANA MARCELA CUNHA DOMINANTE NA BAÍA DE TÓQUIO

A prova da Maratona Aquática mostrou um desempenho muito forte das participantes e a baiana se manteve entre as cinco primeiras durante toda a disputa.

A brasileira chegou a dispensar o reabastecimento em duas voltas e junto da norte-americana Ashley Twichell e a alemã Leonie Beck finalizaram as primeira voltas na liderança.

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Mas Ana Marcela Cunha forçou o ritmo pouco antes da última volta e conseguiu assumir a ponta em definitivo, mantendo um corpo de vantagem para as rivais até a batida no totem da chegada.

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Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil

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A Noruega será adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (30), a seleção escandinava superou a Costa do Marfim por 2 a 1 em Dallas, e terá pela frente a equipe brasileira no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

A estrela de Erling Haaland brilhou. Bem marcado ao longo do jogo, o atacante mostrou que precisa de poucas chances para ser letal. O camisa 9 balançou as redes pela quinta vez na Copa, a um de se igualar o craque argentino Lionel Messi, artilheiro da competição. Pai do astro norueguês, o ex-lateral Alf-Inge Haaland estava no estádio e se emocionou.

O Brasil terá pela frente a única seleção que nunca derrotou na história. Em quatro jogos, são dois empates e dois triunfos noruegueses. O último foi justamente em uma Copa do Mundo. Em 1998, na França, os escandinavos ganharam por 2 a 1, de virada, pela fase de grupos.

EFICIÊNCIA ESCANDINAVA

Apesar de controlar o jogo durante a maior parte do primeiro tempo, a Costa do Marfim pecou na conclusão das jogadas. Foram duas chances claras desperdiçadas.

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Aos 20 minutos, o lateral Ghislain Konan invadiu a área na esquerda, driblou o zagueiro Marcus Pedersen e chutou rasteiro, rente à trave direita, pelo lado de fora da rede. Sete minutos depois, Yan Diomandé cruzou pela esquerda, o também atacante Nicolas Pépé escapou do lateral David Wolfe e finalizou na pequena área, mas pegou muito mal.

Quando conseguiu se desvencilhar da pressão marfinense, a Noruega saiu na frente. Aos 38 minutos, o meia Martin Odegaard abriu para Antonio Nusa pela esquerda. O atacante entrou na área, levou para a perna direita e acertou o ângulo do goleiro Yahia Fofana, que nada pôde fazer.

O BRILHO DO ARTILHEIRO

A etapa final foi ainda mais movimentada, com os Elefantes se lançando ao ataque. Aos nove minutos, o lateral Guéla Doué dominou a bola na entrada da área pela direita e chutou forte. A bola explodiu no zagueiro Torbjørn Heggem. Na sobra, na cara do gol, Pépé bateu e o goleiro Orjan Nyland fez uma bela defesa.

A Noruega, tentando administrar a vantagem, saía apenas em contra-ataques. Em um deles, aos 20 minutos, Odegaard colocou na área, o atacante Alexander Sorloth desviou de cabeça e Heggem chegou finalizando, livre, mas o ponta Amad Diallo salvou em cima da linha.

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O próprio Diallo foi quem deixou tudo igual. Aos 28 minutos, o atacante tabelou com Pépé pela direita, driblou Wolfe, deixou o meia Sander Berge no chão e mandou para as redes, marcando um golaço.

A Costa do Marfim, então, foi quem recuou, dando campo para a Noruega atacar, tentando aproveitar a velocidade dos homens de frente às costas da marcação. A estratégia não funcionou. Aos 40 minutos, Oscar Bobb lançou em profundidade o também meia Patrick Berg, que, na área, tocou na esquerda para Haaland decidir a classificação escandinava.

Agência Brasil

Créditos: Rafael Ribeiro/CBF
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