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Flamengo vence Barcelona e respira na Copa Libertadores

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O Flamengo venceu o Barcelona por 2 a 1 na noite desta terça-feira (22) e conseguiu dar um passo importante para se classificar às oitavas de final da Copa Libertadores da América.

A vitória foi conquistada após o Flamengo ter um surto da Covid-19 dentro do elenco, com sete jogadores e dois membros da comissão técnica contaminados pela doença.

Pedro e Arrascaeta marcaram os gols da vitória do Flamengo, enquanto Emmanuel Martínez diminuiu para o Barcelona.

O duelo foi realizado no Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, em Guaiaquil, no Equador, sem a presença de público devido a pandemia da Covid-19.

O Grupo A da Copa Libertadores também conta com Independiente Del Valle e Junior Barranquilla. Ambas as equipes se enfrentam ainda nesta terça-feira no fechamento da rodada.

Após quatro rodadas, o Del Valle lidera a chave com nove pontos, seguido pelo Flamengo também com nove pontos. O Junior Barranquilla soma três pontos, enquanto o Barcelona já está eliminado ao não somar nenhum ponto.

Devido ao alto número de jogadores contaminados pela Covid-19, o Flamengo solicitou a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) o adiamento do duelo com o Palmeiras – válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, que seria realizado neste domingo (27).

A CBF ainda não confirmou se irá atender ao pedido do Flamengo.

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PEDRO DECISIVO NA VITÓRIA DO FLAMENGO NO EQUADOR

O Flamengo mostrou desde o primeiro minuto uma postura diferente da apresentada contra o Independiente Del Valle. Logo aos cinco minutos, Gérson avançou pelo centro e passou entre três marcadores para Pedro bater na saída de Burrai e abrir o placar.

O Barcelona tentou responder com a bola parada de Damián Díaz. O argentino bateu escanteio da esquerda e Aimar escorou perto do travessão de César.

Burrai salvou o Barcelona duas vezes aos 17 minutos. Arrascaeta arriscou da entrada da área e o goleiro espalmou, interceptando também o rebote batido por Everton Ribeiro de fora da área.

Mas o Flamengo conseguiu ampliar o marcador aos 25 minutos. Pedro deu belo passe pelo alto e Everton Ribeiro lançou Arrascaeta na área. O uruguaio dominou e bateu na saída de Burrai para as redes.

Após levar o segundo gol, o Barcelona pressionou nos minutos finais do primeiro tempo. Aos 38 minutos, Damián Díaz lançou Arroyo na esquerda e o atacante tentou a batida colocada, mas mandou à direita da meta.

Nova chance do Barcelona aos 42 minutos. Martínez serviu Castillo na área e o meia bateu firme para César espalmar para a linha de fundo.

Ainda deu tempo de Colmán perder chance incrível aos 46 minutos. Damián Diáz avançou pela direita e cruzou rasteiro para o meia chegar batendo, mas Colmán chutou o chão e isolou a bola.

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O ritmo do Barcelona não diminuiu e a equipe marcou logo aos dois minutos do segundo tempo. Arroyo lançou Colmán na área e o meia ajeitou para Martínez emendar de primeira e vencer César.

No minuto seguinte, Burrai evitou novo gol do Flamengo. Arrascaeta serviu Pedro na área e o centroavante tentou o chute rasteiro, mas o goleiro defendeu em dois tempos.

Jonatan Álvez quase empatou o jogo aos 11 minutos. O atacante recebeu na esquerda, trouxe para o centro e bateu colocado perto do travessão.

Colmán perdeu nova chance clara de gol aos 16 minutos. Vallecilla cruzou da esquerda, Martínez ajeitou e o atacante pegou fraco na bola, afastada por Rodrigo Caio em cima da linha.

A resposta do Flamengo veio aos 20 minutos. Pedro lançou Arrascaeta na direita e o meia cruzou rasteiro para o meio da área, mas Gerson chegou atrasado e não conseguiu a finalização de carrinho.

César apareceu novamente aos 23 minutos. Castillo foi lançado na direita e arriscou o chute cruzado para o goleiro espalmar para a linha de fundo.

O Barcelona ainda teve a última chance de gol da partida aos 47 minutos. Preciado recebeu na direita, invadiu a área, mas bateu por cima da meta de César.

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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