ESPORTES

Rayssa Leal se torna a brasileira mais jovem a ganhar medalha em Olimpíadas

Publicados

em

O que você fazia com 13 anos e sete meses? Rayssa Leal conquistou nesta segunda-feira (26) a medalha de prata no skate street das Olimpíadas de Tóquio. ‘Fadinha’ ainda se tornou a atleta do Brasil mais jovem a subir ao pódio em Jogos Olímpicos.

‘Fadinha’ terminou em segundo lugar na final do skate street, com 14.64 pontos. O pódio ainda foi completado por duas japonesas – Momiji Nishiya levou o ouro, com 15.26, e Funa Nakayama ganhou o bronze, com 14.49.

“Eu estou muito feliz. Pude representar todas as meninas, a Pâmela [Rosa] e a Letícia [Bufoni], que não se classificaram, e todas as meninas do skate. Realizar o sonho de estar aqui e ganhar uma medalha é muito gratificante para mim”, disse Fadinha, em entrevista à Globo.

A jovem, de Imperatriz, no Maranhão, começou a praticar o esporte aos seis anos, quando recebeu um skate de aniversário do pai Haroldo. Ela ficou conhecida aos sete anos, quando acertou uma manobra chamada ‘heelflip’, quando o skate sai do chão e dá giro inteiro para o lado. Na ocasião, o vídeo ‘viralizou’ na internet justamente por estar fantasiada de fada azul.

RAYSSA LEAL É A BRASILEIRA MAIS JOVEM A GANHAR EM MEDALHA EM OLIMPÍADAS

Rayssa Leal é a brasileira mais jovem a subir ao pódio em Olimpíadas. Anteriormente, o recorde era de Rosângela Santos, que participou da final do revezamento 4×100 do atletismo em Pequim-2008 com apenas 17 anos. Inicialmente, o Brasil terminou em quarto lugar, mas herdou o bronze oito anos depois após doping da Rússia.

Leia Também:  COPA TRUCK: Perdoncini sobe ao pódio duas vezes e mantém liderança

Confira o top 10 de mais jovens medalhistas olímpicos do Brasil:

  • Rayssa Leal, skate – prata em 2020 aos 13 anos, 6 meses e 23 dias
  • Rosângela Santos, atletismo – bronze em 2008 aos 17 anos, 8 meses e 2 dias
  • Renata Costa, futebol – prata em 2004 aos 18 anos, 1 mês e 18 dias
  • Jorge Fernandes, natação – bronze em 1980 aos 18 anos, 3 meses e 20 dias
  • Tiago Camilo, judô – prata em 2000 aos 18 anos, 10 meses e 9 dias
  • Marta, futebol – prata em 2004 aos 18 anos, 6 meses e 7 dias
  • Francielle, futebol – prata em 2008 aos 18 anos, 10 meses e 3 dias
  • Breno, futebol – bronze em 2008 aos 18 anos, 10 meses e 9 dias
  • Alexandre Pato, futebol – bronze em 2008 aos 18 anos, 11 meses e 20 dias
  • Fabiana, futebol – prata em 2008 aos 19 anos e 17 dias

O Brasil já soma três medalhas nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Além da prata de Rayssa Leal, a ‘fadinha’, Kelvin Hoefler ganhou a prata também no skate street e Daniel Cargnin levou o bronze na categoria até 66 kg do judô.

Leia Também:  Em jogo emocionante, com 10 gols, Goioerê empatou com o Toledo no futsal

 

SONHO DO PÓDIO TRIPLO DO BRASIL TERMINOU NAS ELIMINATÓRIAS

O Brasil tinha a expectativa de pódio triplo no skate street feminino. Além de Rayssa Leal, Letícia Bufoni, considerada uma das maiores da história da modalidade, e Pâmela Rosa, número do mundo, também participaram da competição e eram favoritas a medalha.

Porém, as duas foram eliminadas ainda na fase de classificação. Letícia terminou em nono lugar e Pâmela foi a décima.

Propaganda

ESPORTES

Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil

Publicados

em

Por

A Noruega será adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (30), a seleção escandinava superou a Costa do Marfim por 2 a 1 em Dallas, e terá pela frente a equipe brasileira no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

A estrela de Erling Haaland brilhou. Bem marcado ao longo do jogo, o atacante mostrou que precisa de poucas chances para ser letal. O camisa 9 balançou as redes pela quinta vez na Copa, a um de se igualar o craque argentino Lionel Messi, artilheiro da competição. Pai do astro norueguês, o ex-lateral Alf-Inge Haaland estava no estádio e se emocionou.

O Brasil terá pela frente a única seleção que nunca derrotou na história. Em quatro jogos, são dois empates e dois triunfos noruegueses. O último foi justamente em uma Copa do Mundo. Em 1998, na França, os escandinavos ganharam por 2 a 1, de virada, pela fase de grupos.

EFICIÊNCIA ESCANDINAVA

Apesar de controlar o jogo durante a maior parte do primeiro tempo, a Costa do Marfim pecou na conclusão das jogadas. Foram duas chances claras desperdiçadas.

Leia Também:  Jovem morre em acidente e pai busca por celular: “Fotos são última lembrança”

Aos 20 minutos, o lateral Ghislain Konan invadiu a área na esquerda, driblou o zagueiro Marcus Pedersen e chutou rasteiro, rente à trave direita, pelo lado de fora da rede. Sete minutos depois, Yan Diomandé cruzou pela esquerda, o também atacante Nicolas Pépé escapou do lateral David Wolfe e finalizou na pequena área, mas pegou muito mal.

Quando conseguiu se desvencilhar da pressão marfinense, a Noruega saiu na frente. Aos 38 minutos, o meia Martin Odegaard abriu para Antonio Nusa pela esquerda. O atacante entrou na área, levou para a perna direita e acertou o ângulo do goleiro Yahia Fofana, que nada pôde fazer.

O BRILHO DO ARTILHEIRO

A etapa final foi ainda mais movimentada, com os Elefantes se lançando ao ataque. Aos nove minutos, o lateral Guéla Doué dominou a bola na entrada da área pela direita e chutou forte. A bola explodiu no zagueiro Torbjørn Heggem. Na sobra, na cara do gol, Pépé bateu e o goleiro Orjan Nyland fez uma bela defesa.

A Noruega, tentando administrar a vantagem, saía apenas em contra-ataques. Em um deles, aos 20 minutos, Odegaard colocou na área, o atacante Alexander Sorloth desviou de cabeça e Heggem chegou finalizando, livre, mas o ponta Amad Diallo salvou em cima da linha.

Leia Também:  Flamengo dá show de bola e goleia o Bahia em Salvador

O próprio Diallo foi quem deixou tudo igual. Aos 28 minutos, o atacante tabelou com Pépé pela direita, driblou Wolfe, deixou o meia Sander Berge no chão e mandou para as redes, marcando um golaço.

A Costa do Marfim, então, foi quem recuou, dando campo para a Noruega atacar, tentando aproveitar a velocidade dos homens de frente às costas da marcação. A estratégia não funcionou. Aos 40 minutos, Oscar Bobb lançou em profundidade o também meia Patrick Berg, que, na área, tocou na esquerda para Haaland decidir a classificação escandinava.

Agência Brasil

Créditos: Rafael Ribeiro/CBF
Continue lendo

QUARTO CENTENÁRIO

PARANÁ

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA