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Série B: Paraná Clube sai na frente, mas cede empate à Chapecoense na Vila Capanema

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Paraná Clube perdeu a chance de reassumir a liderança da Série B do Campeonato Brasileiro. Atuando na Vila Capanema, o Tricolor saiu na frente da Chapecoense, mas não segurou o placar e empatou em 1 a 1.

Os gols saíram na segunda etapa, com Gabriel pelo Paraná Clube e Bruno Silva anotando para a Chape.

A partida aconteceu sob portões fechados, em razão dos protocolos sanitários adotados no combate à pandemia da covid-19, e foi válida pela 12ª rodada da competição.

A igualdade mantem o Paraná Clube na segunda colocação da Série B, com 22 pontos. Ao final de 12 rodadas, a equipe do técnico Allan Aal soma seis vitórias, quatro empates e duas derrotas (61,1% de aproveitamento).

Chape também segue na parte alta da tabela, na quarta posição, com 19 pontos. Vale lembrar que o time catarinense tem dois jogos a menos ainda a cumprir – contra CSA, adiado por conta de um surto de covid-19 no time alagoano, e CRB, não realizado na data original por conta das finais do Campeonato Catarinense.

O próximo desafio do Paraná Clube será já na sexta-feira (2), fora de casa, diante do Botafogo-SP. A partida acontece às 21h30 no estádio Santa Cruz.

Mais uma vez longe de seus domínios, a Chapecoense volta a campo no sábado (3), às 16h30, contra o Brasil de Pelotas, no estádio Bento Freitas, em Pelotas.

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CONFRONTO DIRETO PELO G-4 É DECIDIDO NO FIM

O Paraná Clube começou o jogo pressionado pela Chapecoense. O time catarinense priorizava a troca de passes e explorava bem os lados do campo. Desta maneira, a Chape assustou com Paulinho Moccelin, que chutou rasteiro e levou muito perigo ao gol de Alisson.

A marcação bem encaixada do time adversário impunha dificuldades à saída de jogo do Tricolor, e o jogo ficou truncado. Já aos 41, Renan Bressan, principal articulador da equipe, enfim conseguiu se desvencilhar dos marcadores e serviu Jean Victor, que isolou a bola sobre o gol de João Ricardo.

Logo no início do segundo tempo, a Chapecoense chegou com Paulinho Moccelin, que aplicou uma caneta desmoralizante em Higor Meritão e finalizou forte. Alisson se esticou e evitou o gol. Apesar de ter seu goleiro testado, o Paraná Clube havia voltado mais solto à etapa final e finalmente conseguia ser mais agudo – principalmente com Andrey e Renan Bressan.

Já com maior volume de jogo, o time da Vila Capanema abriu o placar com Gabriel. Aos 32, o camisa 7 chutou forte e contou com desvio na zaga da Chape para balançar as redes.

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A Chapecoense buscou o empate aos 39, com Bruno Silva. O atacante, que havia acabado de entrar, recebeu na esquerda e cruzou para o meio da área. A defesa paranista não afastou o perigo, e a bola encontrou o canto esquerdo de Alisson.

EMOÇÃO ANTES DA BOLA ROLAR NA VILA CAPANEMA

Antes do início da partida entre Paraná x Chapecoense, o ex-zagueiro Neto, hoje superintendente de futebol da equipe catarinense, homenageou o técnico e amigo Caio Júnior, falecido no trágico acidente que vitimou 77 pessoas, em 2016.

Um dos únicos sobreviventes do acidente, o ex-jogador fez questão de posar em frente a uma faixa que saúda o legado de Caio Júnior, um dos principais ídolos da história do time da Capital – como jogador e treinador.

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Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil

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A Noruega será adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (30), a seleção escandinava superou a Costa do Marfim por 2 a 1 em Dallas, e terá pela frente a equipe brasileira no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

A estrela de Erling Haaland brilhou. Bem marcado ao longo do jogo, o atacante mostrou que precisa de poucas chances para ser letal. O camisa 9 balançou as redes pela quinta vez na Copa, a um de se igualar o craque argentino Lionel Messi, artilheiro da competição. Pai do astro norueguês, o ex-lateral Alf-Inge Haaland estava no estádio e se emocionou.

O Brasil terá pela frente a única seleção que nunca derrotou na história. Em quatro jogos, são dois empates e dois triunfos noruegueses. O último foi justamente em uma Copa do Mundo. Em 1998, na França, os escandinavos ganharam por 2 a 1, de virada, pela fase de grupos.

EFICIÊNCIA ESCANDINAVA

Apesar de controlar o jogo durante a maior parte do primeiro tempo, a Costa do Marfim pecou na conclusão das jogadas. Foram duas chances claras desperdiçadas.

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Aos 20 minutos, o lateral Ghislain Konan invadiu a área na esquerda, driblou o zagueiro Marcus Pedersen e chutou rasteiro, rente à trave direita, pelo lado de fora da rede. Sete minutos depois, Yan Diomandé cruzou pela esquerda, o também atacante Nicolas Pépé escapou do lateral David Wolfe e finalizou na pequena área, mas pegou muito mal.

Quando conseguiu se desvencilhar da pressão marfinense, a Noruega saiu na frente. Aos 38 minutos, o meia Martin Odegaard abriu para Antonio Nusa pela esquerda. O atacante entrou na área, levou para a perna direita e acertou o ângulo do goleiro Yahia Fofana, que nada pôde fazer.

O BRILHO DO ARTILHEIRO

A etapa final foi ainda mais movimentada, com os Elefantes se lançando ao ataque. Aos nove minutos, o lateral Guéla Doué dominou a bola na entrada da área pela direita e chutou forte. A bola explodiu no zagueiro Torbjørn Heggem. Na sobra, na cara do gol, Pépé bateu e o goleiro Orjan Nyland fez uma bela defesa.

A Noruega, tentando administrar a vantagem, saía apenas em contra-ataques. Em um deles, aos 20 minutos, Odegaard colocou na área, o atacante Alexander Sorloth desviou de cabeça e Heggem chegou finalizando, livre, mas o ponta Amad Diallo salvou em cima da linha.

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O próprio Diallo foi quem deixou tudo igual. Aos 28 minutos, o atacante tabelou com Pépé pela direita, driblou Wolfe, deixou o meia Sander Berge no chão e mandou para as redes, marcando um golaço.

A Costa do Marfim, então, foi quem recuou, dando campo para a Noruega atacar, tentando aproveitar a velocidade dos homens de frente às costas da marcação. A estratégia não funcionou. Aos 40 minutos, Oscar Bobb lançou em profundidade o também meia Patrick Berg, que, na área, tocou na esquerda para Haaland decidir a classificação escandinava.

Agência Brasil

Créditos: Rafael Ribeiro/CBF
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