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Anvisa aprova simplificação de análise de registro de vacinas

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A diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nessa 3ª feira (17.nov.2020) medida para simplificar o procedimento de análise de dados e registro de vacinas contra a covid-19 no país.

A norma foi publicada nesta 4ª feira (18.nov) no Diário Oficial da União. Permite que a análise dos dados referentes aos imunizantes contra a doença causada pelo novo coronavírus sejam apresentados conforme forem gerados, e não de uma vez só, para solicitação de registro. O procedimento é chamado de submissão contínua. Além disso, a agência se comprometeu a analisar as informações em 20 dias. Eis a íntegra.

A iniciativa havia sido anunciada pela agência em 29 de setembro, mas começa a valer nesta 4ª feira (15.nov).

“A partir da adoção desse procedimento, não será preciso aguardar a disponibilização de todos os dados e documentos técnicos, bem como o preenchimento dos requerimentos regulatórios, para realizar a submissão do registro junto à Anvisa. Ou seja, conforme os dados forem gerados, estes deverão ser apresentados à agência de modo que o processo regulatório seja agilizado”, informou a Anvisa na ocasião.

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A norma, no entanto, está restrita a imunizantes que estejam na fase 3 da testagem clínica (leia mais abaixo). Se enquadram nessa condição no país as vacinas desenvolvidas por Oxford, Pfizer, Sinovac e Johnson & Johnson. As informações são do Poder360.

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Tudo bandido’, diz Mourão ao ser questionado sobre mortes pela polícia em Jacarezinho

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O vice-presidente, Hamilton Mourão, afirmou que os mortos na comunidade do Jacarezinho, na zona norte carioca, eram “todos bandidos”. A operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro já é considerada a mais letal da história do estado, segundo pesquisadores, organizações e profissionais que atuam na área.

A manifestação ocorreu na manhã desta sexta-feira (7), na chegada do vice-residente, quando ele foi questionado sobre a morte de 25 pessoas (incluindo um policial) em operação no Rio de Janeiro na véspera.

“Tudo bandido. Entra um policial numa operação normal e leva um tiro na cabeça em cima de uma laje. Lamentavelmente essas quadrilhas do narcotráfico são verdadeiras narcoguerrilhas, têm controle sobre determinadas áreas.”

E continuou: “É um problema da cidade do Rio de Janeiro que já levou várias vezes as Forças Armadas a serem chamadas para intervir, é um problema sério do Rio de Janeiro que nós vamos ter que resolver um dia ou outro”.

De acordo com o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da UFF (Universidade Federal Fluminense), que possui uma base de dados iniciada em 1989, nunca houve uma ação única com essa quantidade de óbitos no estado. O maior total recente ocorreu no Complexo do Alemão em 2007, com 19 vítimas.

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Um dos 25 mortos foi o policial civil André Frias, 45, que trabalhava na Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) e chegou a ser levado para o Hospital Municipal Salgado Filho ao ser atingido na cabeça, mas não resistiu. A unidade recebeu outra vítima que não teve a identidade divulgada.

A Secretaria Municipal de Saúde também confirmou ao menos outras três pessoas feridas. Uma, não identificada, segue internada em quadro estável. O segundo, Rafael Moreira, 33, deixou a unidade por conta própria. O terceiro, Humberto Gomes Duarte, 20, também está estável no Hospital Municipal Souza Aguiar.

Os dois últimos estavam dentro de um vagão do metrô que passava pela estação de Triagem, em Benfica, bairro próximo, quando um projétil atingiu um vidro da composição. Segundo o MetrôRio, um deles foi atingido por estilhaços de vidro e o outro, de raspão no braço.

 

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