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Flávio Bolsonaro passa feriado em Fernando de Noronha com passagem paga pelo Senado

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O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) viajou para o arquipélago de Fernando de Noronha (PE), onde passa o feriado prolongado do Dia de Finados, com passagens aéreas pagas pelo Senado.

O pedido de reembolso das tarifas aéreas, que somam mais de R$ 1.500, consta no Portal da Transparência do Senado. Em nota, a assessoria do parlamentar afirmou que houve um equívoco na solicitação.

O gabinete também afirma que irá suspender o pedido de reembolso feito para as diárias.

“O gabinete do Senador Flávio Bolsonaro informa que houve um equívoco da equipe que emitiu as passagens para Fernando de Noronha. As passagens foram pagas pelo próprio senador, mas a equipe, por engano, pediu reembolso. Ele já fez a solicitação para cancelar o reembolso e para também cancelar os pedidos de diárias’, afirma a nota.

O caso foi revelado neste sábado (31) pelo site Metrópoles. O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) saiu de Brasília na noite de quarta-feira (28) com destino ao Recife, onde pernoitou antes de seguir para Fernando de Noronha.

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A passagem de Brasília para Recife foi emitida no próprio dia e custou R$ R$ 256,47. Já os trechos de ida e volta de Fernando de Noronha para Recife e Brasília foram emitidos em 13 de outubro, segundo consta nos registros do Senado.

Pelos dois trechos da viagem, a Casa desembolsou R$ 1.361,19. No mês de outubro, Flávio já gastou R$ 6.527,28 em passagens aéreas.

O parlamentar embarcou para a ilha na manhã de quinta-feira (29). A passagem de volta de Fernando de Noronha para Brasília, com escala no Recife, está marcada para a próxima terça-feira (3). No bilhete aéreo, a previsão de chegada a Brasília é 20h40.

Na terça, o Senado inicia mais uma semana de esforço concentrado, com votações já marcadas há duas semanas.

Na pauta previamente acertada pelos líderes partidários, consta o projeto de autonomia do BC (Banco Central), tido como uma das novas bandeiras da bancada governista. A expectativa é que a votação ocorra à tarde.

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Bancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira

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Bancários de todo o país farão uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (20), em meio às negociações da campanha salarial de 2026. A categoria cobra reajuste dos salários e benefícios, aumento do piso e mudanças na participação nos lucros e resultados (PLR).

A paralisação foi aprovada em assembleias realizadas na segunda-feira (17) e confirmada pelo Comando Nacional dos Bancários. A orientação para os correntistas é resolver os problemas por meio dos aplicativos e do internet banking das instituições financeiras.

Entre os pedidos apresentados pelos trabalhadores estão: 5% de aumento real (acima da inflação) nos salários e demais verbas; aumento do piso salarial da categoria; reajuste dos valores do vale-refeição (VR); aumento do vale-alimentação (VA); e valorização da participação nos lucros e resultados (PLR).

Segundo o Comando Nacional dos Bancários, a categoria aguarda uma proposta dos bancos para as reivindicações apresentadas na campanha salarial.

ADESÃO À PARALISAÇÃO

A paralisação de 24 horas não significa necessariamente o fechamento automático de todas as agências e unidades bancárias.

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A adesão dependerá da participação dos trabalhadores e das atividades organizadas pelos sindicatos em cada região.

Os bancários que trabalham em regime de home office foram orientados a não acessar os sistemas dos bancos nem registrar o ponto durante o período de paralisação.

NEGOCIAÇÕES

A pauta de reivindicações da categoria foi entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em 24 de junho. As negociações tiveram início em 2 de julho.

O Comando Nacional dos Bancários afirma que, até o momento, não foi apresentada uma proposta para as reivindicações econômicas da campanha de 2026.

No entanto, a Fenaban e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informaram que receberam a pauta em 24 de junho e que o calendário de negociações segue dentro do cronograma estabelecido.

A paralisação ocorre às vésperas da data-base da categoria e representa uma nova etapa da mobilização dos trabalhadores nas negociações salariais deste ano.

Agência Brasil

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