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Inmet emite alertas vermelhos de tempestade no RS e onda de calor no PR

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O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alertas vermelhos para o Rio Grande do Sul e Paraná. Os avisos valem para essa terça-feira (7).

De acordo com o instituto, a região sul do Rio Grande do Sul deve sofrer com mais tempestades. O alerta prevê chuvas superiores a 100 milímetros por dia, com ventos superiores a 100 quilômetros por hora (km/h) e possibilidade de granizo.

Nesse cenário, podem acontecer danos em edifícios, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário.

ALERTAS DO INMET

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Alerta vermelho de tempestade no Sul do RS. (Reprodução/Inmet)

ALERTA DE ONDA DE CALOR: PREVISÃO DO TEMPO PARA O PARANÁ

Paraná segue com tempo estável. (Reprodução/Simepar)

As temperaturas seguem elevadas em todo o Estado nesta terça-feira (7), de acordo com a previsão do tempo para o Paraná feita pelo Simepar.

“A terça-feira segue sem mudanças significativas nas condições do tempo sobre as regiões paranaenses. A massa de ar seco que atua sobre o Estado mantém o tempo estável, com temperaturas elevadas”, diz o meteorologista Paulo Barbieri, do Simepar.

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O alerta de onda de calor vale principalmente para a região norte do Paraná. O aviso aponta riscos à saúde com temperaturas 5ºC acima da média.

(Reprodução/Inmet)

NOVAS CHUVAS DEVEM PIORAR SITUAÇÃO NO RS

A tragédia causada pelas cheias dos rios pode piorar a situação no Rio Grande do Sul. Conforme atualização da Defesa Civil na noite desta segunda-feira (6), são 85 mortes confirmadas, além de 134 pessoas desaparecidas e 339 feridos.

No total, 1,1 milhão de pessoas foram afetadas. Dos 497 municípios, 385 foram afetados e 336 cidades estão estado de calamidade pública.

De acordo com pesquisadores Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a cheia pode persistir por pelo menos os próximos 10 dias em Porto Alegre.

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Vale destacar que a capital gaúcha está em racionamento de água, determinado pela prefeitura nesta segunda-feira (6). Isso acontece porque quatro das seis estações de tratamento não estão funcionando, sendo que as duas outras operam abaixo do normal.

O Aeroporto Salgado Filho, por exemplo, suspendeu as atividades até o fim do mês. O volume da água no edifício chegou ao nível das escadas rolantes, além de ter alagado toda a pista.

 

FONTE PARANÁ PORTAL (Foto: Max Peixoto/DiaEsportivo/Folhapress)

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Bancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira

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Bancários de todo o país farão uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (20), em meio às negociações da campanha salarial de 2026. A categoria cobra reajuste dos salários e benefícios, aumento do piso e mudanças na participação nos lucros e resultados (PLR).

A paralisação foi aprovada em assembleias realizadas na segunda-feira (17) e confirmada pelo Comando Nacional dos Bancários. A orientação para os correntistas é resolver os problemas por meio dos aplicativos e do internet banking das instituições financeiras.

Entre os pedidos apresentados pelos trabalhadores estão: 5% de aumento real (acima da inflação) nos salários e demais verbas; aumento do piso salarial da categoria; reajuste dos valores do vale-refeição (VR); aumento do vale-alimentação (VA); e valorização da participação nos lucros e resultados (PLR).

Segundo o Comando Nacional dos Bancários, a categoria aguarda uma proposta dos bancos para as reivindicações apresentadas na campanha salarial.

ADESÃO À PARALISAÇÃO

A paralisação de 24 horas não significa necessariamente o fechamento automático de todas as agências e unidades bancárias.

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A adesão dependerá da participação dos trabalhadores e das atividades organizadas pelos sindicatos em cada região.

Os bancários que trabalham em regime de home office foram orientados a não acessar os sistemas dos bancos nem registrar o ponto durante o período de paralisação.

NEGOCIAÇÕES

A pauta de reivindicações da categoria foi entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em 24 de junho. As negociações tiveram início em 2 de julho.

O Comando Nacional dos Bancários afirma que, até o momento, não foi apresentada uma proposta para as reivindicações econômicas da campanha de 2026.

No entanto, a Fenaban e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informaram que receberam a pauta em 24 de junho e que o calendário de negociações segue dentro do cronograma estabelecido.

A paralisação ocorre às vésperas da data-base da categoria e representa uma nova etapa da mobilização dos trabalhadores nas negociações salariais deste ano.

Agência Brasil

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