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87% dos municípios do Paraná já iniciaram a vacinação de adolescentes sem comorbidades

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Um levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta quinta-feira (14) apontou que 347 municípios do Paraná já iniciaram a vacinação contra a Covid-19 em adolescentes sem comorbidades. As informações foram repassadas pelas equipes municipais para as Regionais de Saúde. O número representa 87% das 399 cidades do Estado.

A imunização destes jovens foi iniciada com a utilização do remanescente da reserva técnica, enviada aos municípios em todas as remessas, conforme pactuação entre a Sesa, Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems/PR) e a Associação dos Municípios do Paraná (AMP).

Segundo os dados do Vacinômetro, o Estado já registrou 218.470 doses aplicadas em adolescentes (com e sem comorbidades). Somente nos primeiros 12 dias de outubro, 112.027 vacinas foram registradas na base nacional.

“Precisamos parabenizar esses profissionais de saúde e todas as equipes municipais que fazem a vacinação acontecer de domingo a domingo. Mesmo sem doses direcionadas para esse público sem comorbidades, o Estado tem avançado na faixa etária e estamos trabalhando para conseguir mais doses do governo federal e assim atingir todas as cidades do Paraná nesta campanha”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

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DETALHAMENTO – De acordo com o levantamento, todos os municípios já iniciaram a vacinação de adolescentes com condições pré-existentes, sendo que 66 cidades consideram a imunização deste público prioritário como concluída ou sem procura.

Com relação ao balanço da imunização geral, sem comorbidades, 52 municípios aguardam o envio de doses para início; 34 vacinam a faixa de 12 anos ou mais; cinco estão vacinando 13 anos ou mais; 19 municípios abriram 14 anos ou mais; 59 estão atendendo 15 anos ou mais; 92 cidades, 16 anos; e 138 vacinam acima dos 17 anos.

“Não há competição entre os municípios porque essa guerra é de todos. Aqueles que possuem doses sobrando estão avançando na imunização por faixa etária, e as cidades que já esgotaram a reserva técnica, devem aguardar o envio de novas doses por parte do Ministério da Saúde, o que deve ocorrer nos próximos dias”, completou o secretário.

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DOSES – Até agora, o Paraná recebeu duas remessas de imunizantes para a população de 12 a 17 anos dentro dos grupos prioritários. A primeira foi entregue no dia 24 de setembro e fazia parte da 53ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde. O Estado foi contemplado com 99.450 imunizantes da Pfizer/BioNTech destinados a jovens com comorbidades e deficiência permanente. As vacinas foram distribuídas para as 22 Regionais de Saúde no sábado (25).

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Três semanas depois, o Paraná recebeu a segunda remessa para adolescentes, com 3.082 doses, referentes à 58ª pauta. As vacinas foram entregues nesta segunda-feira (11) e distribuídas para as Regionais na quarta-feira (13). Nesta remessa as doses foram direcionadas para adolescentes indígenas.

A Sesa tem atuado na requisição de mais doses para o avanço da vacinação em adolescentes no Paraná. No mês passado, uma comitiva foi até Brasília para uma reunião com o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz. Além disso, diariamente as equipes do Programa Estadual de Imunização dialogam com o governo federal na busca por mais imunizantes.

“A responsabilidade pela compra e distribuição das doses é do Ministério da Saúde. O Governo do Estado tem feito sua parte em solicitar constantemente o envio de mais vacinas para o Paraná. Vamos continuar com essa postura e, assim que chegarem, serão descentralizadas para as Regionais”, explicou Beto Preto.

Fonte: AEN

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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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