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Assembleia Legislativa retoma atividades presenciais na Segunda-Feira (04)

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A Assembleia Legislativa do Paraná retomará as atividades de forma 100% presencial a partir da próxima segunda-feira (04). O anúncio foi feito pelo presidente da Casa, deputado Ademar Traiano (PSD), durante a sessão plenária desta quarta-feira (30).

Segundo o comunicado, as sessões plenárias e das Comissões permanentes serão 100% presenciais. Também será liberado o acesso da população para acompanhar as sessões plenárias nas galerias do plenário, assim como a realização de sessões solenes e audiências públicas, que poderão continuar sendo realizadas de forma remota se assim for o desejo do deputado proponente.

“A Assembleia a partir do dia quatro volta integralmente de forma presencial. Como ressalva, se um fato novo em relação à pandemia surgir, a gente vai novamente repensar a situação. Quero ter a compreensão de todos, pois já estamos há dois anos trabalhando de forma híbrida, mas oficialmente a Casa volta presencialmente dia quatro, a partir da próxima segunda-feira”, disse Traiano.

Para o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD), primeiro secretário da Assembleia, a volta das atividades presenciais será um quase retorno à normalidade. Ele ressaltou que os deputados que desejarem poderão realizar audiências públicas de forma remota ou híbrida. “Imperiosa essa decisão considerando que há uma retomada, se não da normalidade, da quase normalidade. As inovações que trouxemos serão mantidas. Dia 13 mesmo faremos uma audiência pública do pedágio, com a apresentação do estudo elaborado pelo Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (ITTI), integralmente de forma remota. E outras audiências públicas poderão ser remotas”, afirmou. “Indiscutivelmente o trabalho parlamentar é fundamental que seja retomado presencialmente, com todos os funcionários. Analisaremos casos pontuais, casos específicos. Já há regramento em relação a isso, mas teremos a retomada da nossa normalidade”, completou.

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Romanelli frisou que o serviço médico da Assembleia seguirá atento às questões sanitárias e de monitoramento de pessoas que estejam com sintomas. “Vamos através do serviço médico fazer recomendações às pessoas que estão com sintomas. Temos testes aqui para quem tenha sintoma e, da mesma forma, as pessoas devem procurar o serviço médico”.

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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