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Assembleias da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP reforçam a importância da participação dos associados

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A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP realizou, entre os dias 9 de fevereiro e 11 de março, as Assembleias de Núcleo 2026, reforçando o seu modelo de governança e a transparência na gestão. Ao todo, foram promovidos 56 encontros presenciais que reuniram mais de 27 mil participantes.

Neste ano, o tema “Transformação a gente faz junto” guiou as discussões e destacou a importância da participação dos associados nas decisões da cooperativa. A pauta incluiu a apresentação dos resultados do exercício de 2025 e a proposta de destinação dos resultados financeiros, além de orientações sobre segurança digital, com foco na prevenção de golpes, e informações sobre a campanha Poupança Premiada.

“As assembleias são um dos momentos mais importantes dentro do modelo cooperativista. É nesse espaço que apresentamos os resultados, compartilhamos informações relevantes e ouvimos as contribuições dos associados. Esse processo fortalece a transparência e garante que as decisões sejam tomadas de forma coletiva”, destaca Jaime Basso, Presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

Outro destaque foi a ampliação das parcerias educacionais no estado de São Paulo. Durante os encontros, foram assinados acordos de cooperação para implementação dos programas Finanças na Mochila e União Faz a Vida em instituições de ensino e organizações parceiras.

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As parcerias foram formalizadas com o Colégio CAMP, em São Bernardo do Campo; o Colégio Domus e a ONG Lar Sírio, no Tatuapé; a Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul; e o Colégio Candelária, na Lapa.

“Os programas educacionais têm como objetivo levar conhecimento sobre educação financeira, cidadania e cooperação para as regiões onde atuamos. Ao ampliar essas parcerias, conseguimos contribuir para a formação de crianças e jovens mais conscientes, preparados para tomar decisões e atuar de forma colaborativa na construção do futuro”, afirma Claudia Bonatti, gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da cooperativa.

Para os associados que não puderam participar, o relatório anual está disponível no site da cooperativa. Também estão disponíveis vídeos com a prestação de contas no canal oficial da instituição no YouTube.

 

Sobre o Sicredi  

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP

A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 100 cooperativas do Sicredi, está presente em 43 municípios do Paraná e em 8 municípios de São Paulo, incluindo a capital paulista e o Grande ABC. A cooperativa conta com 37 anos de história, 100 agências e mais de 283 mil associados (www.sicredi.com.br/coop/vale-piquiri/).

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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