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Batalhão de Polícia de Fronteira faz maior apreensão de drogas de sua história

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O Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) realizou a maior apreensão de drogas de sua história em uma propriedade rural de Toledo, na Região Oeste. A operação foi nesta quarta-feira (13) e retirou de circulação 12,7 toneladas de maconha. Cinco pessoas foram presas. O BPFron destacou que a apreensão é a maior desde a criação da unidade, em 2012. O prejuízo ao narcotráfico com a apreensão é de cerca de R$ 13 milhões

Os policiais militares do batalhão contaram com apoio de um helicóptero da Casa Militar. A aeronave, que atende o governador Carlos Massa Ratinho Junior, foi aplicada para transporte de tropa e sobrevoo no local. Além de maconha, foram apreendidos carregadores para fuzil e R$ 3.500 em dinheiro.

De acordo com o BPFron, as equipes estavam em patrulhamento quando viram a propriedade e suspeitaram de uma carreta. Policiais militares do Pelotão de Operações com Cães colaboraram com a vistoria no veículo e na sequência com uma varredura na propriedade. Durante a ação foi localizado o galpão que escondia dezenas de fardos de droga.

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Ainda segundo informações do batalhão, um dos suspeitos que estava na propriedade tentou subornar os policiais militares para evitar a apreensão da droga, mas acabou preso. Ele e os demais envolvidos serão denunciados por associação criminosa e tráfico de drogas.

A ação fez parte da Operação Hórus, coordenada pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça, e contou com o apoio de órgãos federais e estaduais no combate a crimes transfronteiriços. Além do Batalhão de Polícia de Fronteira participam da Hórus a Polícia Federal, Receita Federal, Companhia de Comandos e Operações Especiais (COE) do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), ambos da Polícia Militar do Paraná; o grupo Tigre da Polícia Civil do Paraná; o Bope da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul; a Força Nacional; e o Exército Brasileiro.

Agência Estadual de Notícias

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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