NOTÍCIAS DO PARANÁ
Carreta passa sobre pedestre em posto de combustível no Paraná e ele sobrevive
Nasceu de novo. Este é comentário de todas as pessoas que presenciaram o grave acidente ocorrido no último sábado (15), no pátio de um posto de combustíveis localizado na Avenida Visconde de Mauá, na região do Viaduto do Vendrami, na saída Sul de Ponta Grossa. Um homem distraído e tomando água em garrafinha não percebeu a aproximação de uma carreta-tanque e foi atropelado. Toda a dinâmica do acidente é mostrada por uma câmera de segurança.
O atropelamento aconteceu por volta das 17h e foi atendido pelo Siate do Corpo de Bombeiros. O motorista manobrava em marcha ré para fazer o alinhamento da carreta quando atingiu o pedestre. Ele teve a sorte de não ser atingido pelos rodados. Os principais ferimentos foram identificados nas pernas e algumas escoriações nas costas.
O homem atropelado foi levado para um dos hospitais da cidade. Ele tem 58 anos e recebeu alta na última segunda-feira. As imagens da câmera foram requisitadas pela autoridade policial.
Em nota enviada ao Portal aRede, a proprietária do caminhão esclareceu “que não foi um motorista atropelado, mas uma pessoa que fica pedindo dinheiro no posto e consumindo álcool, por sinal estava bem alcoolizado no momento do acidente”. (A Rede).
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CLIQUE AQUI E ASSISTA AO VÍDEO DO INACREDITÁVEL ACIDENTE.
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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