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Com apenas 39 anos de idade, o governador Ratinho Junior tem exibido, em sua meteórica trajetória política

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Com apenas 39 anos de idade, o governador Ratinho Junior tem exibido, em sua meteórica trajetória política, um traquejo que só se vê costumeiramente em homens públicos bem mais longevos e calejados pela batalha.
Ainda que carregue a experiência de já ter exercido os cargos de deputado estadual e federal e secretário de estado, percebe-se que suas atitudes sempre equilibradas e sensatas decorrem também de uma correta educação familiar, alicerçada em sólidos valores morais e éticos.

 


O resultado dessa virtuosa combinação pôde ser visto, por exemplo, na entrevista que ele concedeu na noite do último sábado (2) aos jornalistas Caio Junqueira e Renata Agostini na CNN Brasil.
Cordial, sereno e ponderado, mas firme em suas convicções, Ratinho encarou com tranquilidade as perguntas formuladas pela dupla, dando respostas claras e convincentes para cada uma delas, escapando com destreza das cascas de banana envolvendo as questões mais polêmicas e, sobretudo, demonstrando um vasto conhecimento da realidade nacional.
Candidato natural, e amplamente favorito pela boa gestão que vem fazendo, a um segundo mandato em 2022, quando apoiará a reeleição de Jair Bolsonaro, ele é um nome em potencial, que vem reunindo todas as credenciais necessárias, para a disputa presidencial de 2026
Sem pressa e sem ansiedade, com humildade e pés no chão, o governador sabe aonde quer chegar.

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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