NOTÍCIAS DO PARANÁ

Concurso para a Polícia Militar tem nova data definida

Publicados

em

A Prova de Conhecimentos do concurso para contratação de 2 mil e 400 policiais e bombeiros militares está prevista para 28 de março do ano que vem. Depois de adiada por causa da pandemia, a nova data foi estabelecida após tratativas junto à Secretaria de Estado da Saúde. O novo edital está disponível no site do Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná, www.nc.ufpr.br .

O documento alerta que, de acordo com a evolução do quadro da Covid-19, a data poderá ser alterada novamente. Os demais atos do concurso serão divulgados depois. São ofertadas 2 mil vagas para policial militar e 400 vagas para bombeiro militar. O concurso é composto pela Prova de Conhecimentos, Exame de Capacidade Física; Exame de Sanidade Física; Avaliação Psicológica e Investigação Social.

Após a aprovação em todas as etapas previstas em edital, o candidato participa de Curso de Formação de Praças. Nesse período, o soldado de segunda classe recebe uma bolsa-auxílio de mil e 933 reais 63 centavos. Com a formação, o aluno será promovido a soldado de primeira classe e passa a receber salário inicial de 4 mil e 263 reais e 67 centavos.

Leia Também:  CASCAVEL - Vídeo mostra o momento que homem é morto ao buscar filho na escola no PR - ASSISTA

AEN
(Repórter: Jurandir Ambonatti)

Propaganda

NOTÍCIAS DO PARANÁ

Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

Publicados

em

Por

O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

Leia Também:  Dez partidos declaram apoio à pré-candidatura de Betinho Lima a prefeito de Goioerê; escolha do vice inicia na terça

“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

Leia Também:  Paraná vai aplicar a 4ª dose de reforço contra a Covid-19 na população acima de 80 anos

Fonte: ALEP

Continue lendo

QUARTO CENTENÁRIO

PARANÁ

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA