NOTÍCIAS DO PARANÁ
Confirmados 142.338 casos e 3.539 óbitos pela Covid-19 no Estado
A Secretaria de Estado da Saúde confirmou, nesta segunda-feira (7), 776 novos casos e 26 óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 142.338 casos e 3.539 mortos em decorrência da doença.
Estão internados 1.027 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19. São 876 em leitos SUS (387 em UTI e 489 em leitos clínicos/enfermaria) e 151 pacientes em leitos da rede particular (49 em UTI e 102 em leitos clínicos/enfermaria).
Há outros 1.182 pacientes internados, 507 em leitos UTI e 675 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.
Óbitos
A secretaria estadual informa a morte de mais 26 pacientes. Todos estavam internados. São nove mulheres e 17 homens, com idades que variam de 46 a 94 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 1º e 7 de setembro.
Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (12), Almirante Tamandaré (2) e Colombo (2). A Sesa divulga também um óbito por Covid-19 em cada um dos seguintes municípios: Campo Largo, Campo Magro, Clevelândia, Dois Vizinhos, Fazenda Rio Grande, Imbituva, Nova Esperança do Sudoeste, Pinhais, Santa Mariana e Telêmaco Borba.
O monitoramento da Sesa registra 1.515 casos de residentes de fora (38 pessoas foram a óbito).
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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