NOTÍCIAS DO PARANÁ
COOPAVEL CONTRATARÁ 800 PESSOAS PARA TRABALHAR NO 34º SHOW RURAL 2022
Já estão abertas 100 vagas de contratação e início imediato de jornada, são para auxiliar de serviços gerais que atuarão no estacionamento, campo, limpeza/coleta seletiva e montagem de estandes
O setor de Seleção e Recrutamento da Coopavel já está contratando profissionais que queiram trabalhar no Show Rural, que terá a sua 34ª edição de 7 a 11 de fevereiro de 2022.
Serão mais de 800 profissionais (diaristas e mensalistas) recrutados para as mais diferentes funções. Além do salário combinado para o período de serviço contratado, esses colaboradores terão direito a vale-transporte e refeições.
Já estão abertas 100 vagas para contratação e início imediato de jornada. Elas são para auxiliar de serviços gerais que atuarão no estacionamento, campo, limpeza/coleta seletiva e montagem de estandes. Para mais próximo da feira, serão recrutados trabalhadores para atuar como atendentes de balcão e auxiliar de cozinha, entre outras funções.
Equipes de trabalho vão iniciar suas jornadas segundo um cronograma definido pela área de recrutamento. “O Show Rural Coopavel é um dos três maiores eventos do mundo em disseminação de tecnologias para o campo. E além de participar dessa história tão importante, esses profissionais têm a chance de conseguir uma ocupação e renda”, diz a coordenadora de Gente e Gestão, Claudia Rocha.
Onde se inscrever
A Coopavel mantém recrutadores na Agência do Trabalhador, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h; e no próprio Show Rural (BR-277, km 577), diariamente das 8h às 17h. E nas quartas-feiras, a inscrição pode ser feita, em horário comercial, no setor de recrutamento da Coopavel na área industrial – BR-277, km-582.
Os interessados também podem fazer sua inscrição pela internet, nos seguintes endereços: www.showrural.com.br (link Trabalhe Conosco), no Facebook pelo www.facebook/vagascoopavel e no Linkedin no likedin.com/company/coopavel . Ao acessar algum desses endereços, é só preencher os campos que passarão a ser solicitados. Depois disso, os candidatos passarão por entrevista no setor de recrutamento e com o coordenador da área específica. O mensalista precisará fazer os exames de admissão.
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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