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Covid: todas as regiões do PR têm 95% ou mais dos leitos de UTI ocupados

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De acordo com o boletim divulgado neste domingo (30) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em todas as regiões do Paraná é alta a taxa de ocupação dos leitos de UTI exclusivos para tratar a covid. A situação é mais crítica na Regional Oeste, com 99% de ocupação. Em seguida vem a Regional Noroeste, com 96%. As Regionais Leste e Norte registram 95% de leitos ocupados na terapia intensiva.

No mesmo boletim, a Sesa aponta mais 2.399 casos confirmados e 28 mortes pela covid no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.086.288 casos confirmados e 26.250 óbitos.

Os casos confirmados divulgados neste domingo de janeiro (3), fevereiro (34), março (30), abril (9) e maio (2.315), e dos seguintes meses de 2020: setembro (1), outubro (2), novembro (3) e dezembro (2).

2.900 INTERNADOS  JÁ COM DIAGNÓSTICO DE COVID. 2.986 INTERNADOS COM SUSPEITA

O boletim informa ainda que 2.900 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.224 pacientes em leitos SUS (979 em UTI e 1.245 em enfermaria) e 676 em leitos da rede particular (346 em UTI e 330 em enfermaria).

Há outros 2.986 pacientes internados, 1.104 em leitos UTI e 1.882 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão na rede pública e rede particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

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Segundo a Sesa dos 28 pacientes mortos apontados no boletim, 12 são mulheres e 16, homens, com idades que variam de 0 a 90 anos. As mortes ocorreram de 24 de maio de 2021 a 30 de maio de 2021.

Os pacientes que morreram residiam em Guarapuava (8), Cascavel (2). e uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Adrianópolis, Ampére, Assis Chateaubriand, Coronel Vivida, Guaíra, Jacarezinho, Jandaia do Sul, Mariluz, Maringá, Palmas, Rio Azul, Santa Tereza do Oeste, São Jorge d’Oeste, São José dos Pinhais, Tapejara, Terra Roxa, Uraí, Vera Cruz do Oeste.

O monitoramento registra 5.892 casos de residentes de fora, sendo que 149 pessoas morreram.

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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