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Curi destaca municipalismo, protagonismo dos prefeitos e continuidade da boa gestão

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O deputado Alexandre Curi (PSD), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, participou nesta quinta-feira (5) da posse da nova diretoria da Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG), que passa a ser presidida pelo prefeito de Sengés, Gerson Nunes. Em seu discurso, Curi ressaltou a força do municipalismo, o papel estratégico dos prefeitos no desenvolvimento das cidades e a importância da continuidade da boa gestão estadual.

Na solenidade, que reuniu lideranças políticas regionais e estaduais, o parlamentar destacou a união entre os prefeitos dos Campos Gerais como fator decisivo para a construção de soluções para os municípios e para o fortalecimento regional. “São os prefeitos que, diariamente, constroem respostas para as demandas da população. Cidades fortes é que tornam uma região forte”, afirmou. “Um Estado só prospera quando suas cidades prosperam”, acrescentou.

Curi também fez um reconhecimento público à prefeita de Imbaú, Dayane Sovinski, pelo trabalho à frente da AMCG, e ao prefeito Gerson Nunes, que assume a presidência da entidade para o próximo biênio. “A Dayane escolheu servir Imbaú e a região, e liderou um processo de transformação. O Gerson, por onde passou, construiu respeito e credibilidade. Sua presença na presidência da associação garante um relacionamento sólido dos Campos Gerais com o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa”, destacou.

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Escolhas – O deputado também fez uma reflexão sobre o ano eleitoral e a responsabilidade das decisões que serão tomadas em 2026. Ele defendeu a continuidade dos avanços alcançados na gestão do governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O grande legado deste ciclo é a maior parceria da história entre Governo do Estado, Assembleia Legislativa e municípios”, enfatizou.

Curi citou ainda a consolidação de um ambiente de paz política, o diálogo entre os poderes e a execução de políticas públicas com resultados visíveis. “Não trocamos decisões irresponsáveis por popularidade momentânea. Governar e legislar é planejar, executar e entregar resultados reais. É isso que garante desenvolvimento duradouro para as cidades e qualidade de vida para a população”, afirmou.
Ao final, o deputado reforçou o compromisso com o municipalismo. “Vamos seguir juntos, ao lado dos municípios do Paraná, fortalecendo um projeto responsável, municipalista e comprometido com o futuro do Estado e das pessoas”, destacou Curi.

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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