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Faixa etária para atualização da foto do RG pela internet é ampliada

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) ampliou a faixa etária para a solicitação de atualização de fotos da carteira de identidade através 2ª Via Fácil, totalmente pela internet. Agora, os pedidos podem ser feitos para crianças que tenham feito o primeiro documento a partir dos 10 anos. Antes, a idade mínima era 16 anos.
Trata-se da primeira ferramenta do gênero no País e permite ao cidadão fazer remotamente o pedido de uma nova carteira de identidade, enviando uma foto da câmera do celular ou do computador, sem precisar ir até um posto de atendimento.
O diretor do Instituto de Identificação da PCPR, Marcus Michelotto, avalia a importância da ferramenta. “A 2ª Via Fácil evita aglomerações e facilita a solicitação do cidadão, pois é possível fazer o pedido pelo computador ou celular. Além disso, a ferramenta otimiza os serviços prestados pela PCPR”, afirmou.
SOLICITAÇÕES – Nos primeiros dois meses de 2021 a PCPR já emitiu mais de 22 mil carteiras de identidade, sem a necessidade de o cidadão ir ao posto. Os documentos foram solicitados pela 2ª Via Fácil. A modalidade permitiu que 22.467 pessoas fizessem todo o processo de dentro de casa.
Em 2021, mais de 18 mil documentos foram somente reimpressões na modalidade e outros 3.602 mil foram emitidos com atualização de fotos. Desde o lançamento da 2ª Via Fácil, em outubro de 2020, foram emitidas 7.925 identidades com atualização de fotos.
A necessidade de ir até o posto de identificação continua para aqueles que não possuem fotografia e impressões digitais no sistema, ou que desejarem fazer alterações no cadastro.
COMO FUNCIONA – A solicitação da 2ª Via Fácil pode ser feita pelo portal da PCPR. Na aba de serviços o cidadão encontrará o campo carteira de identidade e, em seguida, “agendamento”. Acesse AQUI.
O custo do documento é de R$ 36,72. A entrega acontece mediante autenticação biométrica, do próprio cidadão, no posto de identificação, garantindo a segurança do processo.
FONTE:AEN
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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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