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Israel & Rodolffo encerram em grande estilo os shows do Verão Maior Paraná 2026

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Israel & Rodolffo se apresentaram no último show da temporada do Verão Maior Paraná 2026 na tarde deste domingo (8), em Caiobá. A dupla goiana completa 30 anos de carreira em 2026, encantando seu público desde quando eram crianças.

Os artistas retornam para o Litoral paranaense poucas semanas depois de se apresentarem no Verão Maior de Pontal do Paraná. A dupla atraiu mais de 32 mil pessoas, já em Caiobá, 34 mil prestigiaram uma das maiores duplas do sertanejo nacional. Eles possuem 7,1 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 3,3 milhões de seguidores no Instagram e mais de 2,6 bilhões de visualizações no YouTube.

O tempo colaborou e o público pôde aproveitar os hits ‘Arruma Um Bão’, ‘Bombomzinho’ e ‘Batom de Cereja’, fechando as apresentações do Verão Maior com chave de ouro. Eles elogiaram o público paranaense.

“O Paraná sempre nos acolhe com muito carinho, antes estávamos em Pontal e dessa vez, Matinhos, sempre com uma energia muito boa. A gente sempre canta as músicas novas mas também as mais antigas, e o pessoal vem junto, é muito gostoso”, afirmou Rodolffo. “A estrutura é muito linda, tudo gigantesco e o Brasil inteiro está aqui acompanhando, é um prazer encerrar esta edição que está sendo falada em todo o país”,  complementou Israel.

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QUERIDOS – As irmãs Letícia (21) e Helena Reis Gonçalves (10) vieram de Paranaguá para acompanhar o show e ainda tiveram a sorte de tirar foto com a dupla. “Viemos várias vezes ao Verão Maior Paraná, é tudo muito organizado, bonito, dá para ver o tamanho do investimento e o projeto aqui”, afirmou Letícia. “Foi muito legal conhecer o Israel e o Rodolffo, eles são uns queridos. Nós nem viemos esperando por isso, mas tivemos sorte e foi incrível”, destaca Helena.

Cristiane de Souza Araújo (49) é vendedora e veio de Pinhais prestigiar a dupla. “Estou desde sexta-feira acompanhando os shows, a estrutura está linda e tudo está muito bom, estou impressionada”, ressaltou.

A quarta edição do Verão Maior Paraná chegou ao fim, levando mais de três milhões de pessoas para o litoral do Estado, entre atividades de lazer, competições esportivas e shows com artistas nacionais e internacionais ao longo de 40 dias em Matinhos e Pontal do Paraná.

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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