NOTÍCIAS DO PARANÁ
Jovem que foi infectada em festa passa Covid-19 para dezoito familiares; três morreram
Três pessoas de uma mesma família morreram após serem infectadas por uma jovem que teria contraído o coronavírus durante festa ocorrida em Curitiba. A informação foi compartilhada pela secretária municipal da Saúde, Márcia Huçulak, durante apelo feito nesta sexta-feira (27) pela redução da transmissão intrafamiliar na cidade.
Huçulak não deu detalhes sobre o ocorrido, mas usou de exemplo para pedir que as pessoas evitem aglomerações até mesmo dentro das famílias. “A gente acompanha casos muito tristes, como o de uma jovem, que foi em uma dessas festas e depois, no domingo, foi ao churrasco da família. Dessa moça, 18 contraíram o coronavírus e tivemos três óbitos”, disse.
As festas citadas por Huçulak são aquelas com grande número de jovens, incluindo raves marcadas por WhatsApp, com 300 a 700 pessoas. Ela cita ainda grandes aglomerações a céu aberto, como as recorrentes no Largo da Ordem, Shopping Hauer e Rua Itupava.
Apelo. Segundo a secretária municipal da Saúde, grande parte das infecções é intrafamiliar e por isso a preocupação das autoridades é tão forte. “Nós acompanhamos os casos e seus contatos. O intrafamiliar é aquele indivíduo que, por alguma razão ou por desconhecer que tem o vírus, leva o vírus para dentro da sua casa. São jovens que vão até um churrasco, fumam um narguilé e posteriormente temos sete pessoas contaminadas”, explicou.
A Prefeitura de Curitiba confirma que a transmissão intrafamiliar é um dos principais fatores do aumento recente de casos, principalmente pela presença de pessoas assintomáticas ou com poucos sintomas.(Banda B)
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
-
REGIONAIS11 horas atrásCAMPINA DA LAGOA – Homem é preso após ser condenado a 17 anos de prisão por estupro de vulnerável
-
NOTÍCIAS DO BRASIL11 horas atrásBancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira
-
QUARTO CENTENÁRIO11 horas atrásCarro é encontrado com marcas de tiros e abandonado em estrada rural de Quarto Centenário
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ11 horas atrásTragédia no Paraná: Acidente com micro-ônibus da Saúde do Paraná deixa 23 mortos
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ11 horas atrásAudiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
-
ESPORTES11 horas atrásGómez brilha em casa, e Palmeiras elimina Cerro nas oitavas da Libertadores
-
ESPORTES11 horas atrásCom Pedro decisivo, Flamengo bate Cruzeiro e vai às quartas da Libertadores
-
REGIONAIS11 horas atrásTRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos



