NOTÍCIAS DO PARANÁ
Menino de dois anos morre atropelado e pai fica ferido no Paraná. Motorista fugiu
Um menino de apenas dois anos morreu atropelada na noite deste sábado (14), em Reserva, região de Ponta Grossa. O acidente, que também deixou o pai da criança ferido, ocorreu nas proximidades da rua Leôncio Miró da Rocha. Os dois foram socorridos e encaminhados ao Pronto Atendimento Municipal. No entanto, o menino não resistiu aos ferimentos.
Segundo o relato, mãe, pai e filho estavam caminhando até uma barraca de lanches localizada próximo ao Colégio Estadual Manoel Antonio Gomes (Cemag). Ao perceber que tinha esquecido a mamadeira da criança em casa, a mãe retornou para a residência. Neste momento, o pai e o menino de dois anos ficaram esperando na frente de uma farmácia. Ao retornar, a mulher avistou marido e filho caídos no chão e feridos. Logo em seguida, ela acionou as equipes de socorro.
FUGIU
A Polícia Militar também esteve no local do acidente. Testemunhas afirmaram que o atropelamento foi causado pelo motorista de uma camionete Fiat Strada, de cor vermelha. Eles também teriam repassado a identificação do motorista para as autoridades. Ainda de acordo com populares que presenciaram o acidente, o carro teria sido estacionado em uma casa localizada a poucos metros, na mesma rua.
Chegando até o endereço informado, o proprietário afirmou que estava fazendo um churrasco com amigos. Ele seria o proprietário do veículo que se envolveu no acidente. Porém, um de seus colegas teria saído da casa dirigindo a Fiat Strada sem pedir autorização, por volta das 21h. Uma hora depois, o condutor voltou para a residência com o veículo já danificado. Logo em seguida, ele fugiu do local. A situação foi confirmada por outra moradora da residência.
As autoridades foram até a casa do suposto motorista, próximo à entrada da cidade. A moradora afirmou que reside na moradia junto de seu sobrinho, que teria deixado o local há poucos minutos, com o carro vermelho. Não foram divulgadas mais informações sobre o paradeiro do rapaz envolvido no acidente até a publicação desta reportagem. O carro foi recolhido pela Polícia Civil. (A Rede).
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
-
REGIONAIS13 horas atrásCAMPINA DA LAGOA – Homem é preso após ser condenado a 17 anos de prisão por estupro de vulnerável
-
QUARTO CENTENÁRIO13 horas atrásCarro é encontrado com marcas de tiros e abandonado em estrada rural de Quarto Centenário
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ13 horas atrásTragédia no Paraná: Acidente com micro-ônibus da Saúde do Paraná deixa 23 mortos
-
NOTÍCIAS DO BRASIL13 horas atrásBancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ13 horas atrásAudiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
-
ESPORTES13 horas atrásGómez brilha em casa, e Palmeiras elimina Cerro nas oitavas da Libertadores
-
ESPORTES13 horas atrásCom Pedro decisivo, Flamengo bate Cruzeiro e vai às quartas da Libertadores
-
REGIONAIS13 horas atrásTRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos



