NOTÍCIAS DO PARANÁ
No 7 de Setembro, Ratinho Junior pede união e liberdade para o Brasil
Neste domingo, 7 de Setembro, data em que o Brasil comemora 203 anos de Independência, o governador Ratinho Junior, destacou a importância da liberdade para trabalhar e empreender, fundamentais para o progresso do país.
“Independência é ser livre. Livre para investir, para trabalhar e para sonhar. Menos Brasília, mais Brasil. Um Estado que acabe com as mordomias e privilégios. Eu acredito nisso e acredito que para construir um Brasil assim, nós temos que virar a página!”, escreveu o governador, em suas redes sociais.
“Que este 7 de Setembro encontre o Paraná e o Brasil com plena consciência da importância de ser livre para poder ser feliz. Acredito em um Brasil moderno, onde essa liberdade possa ser vivida por cada um dos brasileiros, pelo empreendedor, pelo trabalhador e por aqueles que acreditam que é só com o trabalho que o país vai melhorar”, completou Ratinho Junior, que é pré-candidato à Presidência.
Ratinho Junior não participou do desfile cívico-militar em celebração aos 203 anos da Independência do Brasil, na manhã deste domingo (7), em Curitiba – ele foi representado pelo vice, Darci Piana. O chefe do Executivo foi convidado a participar de um ato convocado pela extrema-direita na Avenida Paulista, em São Paulo, mas também não deve comparecer.
O governador paranaense também ressaltou que o futuro do Brasil depende de inovação, planejamento e, principalmente, do fim da polarização política.
“Com inovação, planejamento, visão de futuro e muito trabalho, o Brasil pode alcançar todo o seu potencial. Se acabarmos com essas brigas ideológicas, que tanto mal fazem ao nosso país, e virarmos a página, é aí que o Brasil será livre e gigante, como nasceu para ser”, disse Ratinho Junior.
PARANA PORTAL Foto: Geraldo Bubniak/AEN
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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