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Paraná chega a 253 mil crianças vacinadas e secretário reforça importância da imunização

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Menos de um mês após iniciar a aplicação no público com idade entre 5 e 11 anos, 253.140 crianças paranaenses já foram vacinadas contra a Covid-19. O Estado é o terceiro no País que mais atendeu o público infantil, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, que são bem mais populosos. Ao todo, já foram aplicadas 253.600 doses dos imunizantes nas crianças. O número pode ser maior porque o Vacinômetro nacional ainda apresenta algumas inconsistências.

Em média, cerca de 9 mil doses foram aplicadas por dia nesse grupo desde o início da imunização infantil, que começou no dia 15 de janeiro. De acordo com o Ministério da Saúde, a previsão é que 1,07 milhão de crianças entre 5 e 11 anos sejam vacinadas no Paraná. Isso significa que, com as doses administradas até agora, quase um quarto do público já começou a ser imunizado.

Estão sendo utilizadas, para esse grupo, os imunizantes da Pfizer/Biontech e do Burtatan/Sinovac.

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“É fundamental que os pais ou responsáveis levem seus filhos para vacinar. Temos uma vacina segura, que se tornou nossa principal arma contra a Covid-19. As crianças também estão vulneráveis à doença, e quanto mais públicos imunizados, há menos circulação de vírus nos ambientes”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “Com o início das aulas é ainda mais importante manter o esquema vacinal em dia, para não colocar outras crianças ou os professores em risco”.

Cidade mais populosa do Paraná, Curitiba foi a que mais vacinou crianças no Estado em números absolutos, com 69.691 atendidas na faixa dos 5 aos 11 anos. É seguida por Maringá (12.548), Colombo (10.498), São José dos Pinhais (9.580), Londrina (8.258), Araucária (6.117), Paranaguá (5.688), Cascavel (5.113), Pinhais (4.975) e Guarapuava (3.937).

PÚBLICO GERAL – O Paraná já tem 20.908.418 doses de imunizantes aplicadas em todos os públicos a partir dos 5 anos de idade. São 9.416.979 primeiras doses, 8.547.889 segundas ou do imunizante de dose única, 2.733.930 doses de reforço e 209.620 doses adicionais. Os dados são compilados pelo Sistema Único de Saúde, conforme a atualização dos municípios.

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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