NOTÍCIAS DO PARANÁ
Paraná lidera ranking nacional de empregos para jovens via Agências do Trabalhador
As Agências do Trabalhador do Paraná e postos avançados de atendimento encaixaram, , 68.423 jovens com idade entre 18 e 29 anos em empregos com carteira assinada. O desempenho mantém o Estado em primeiro lugar com folga no ranking nacional de contratações via rede Sine, à frente do Ceará, com 24.298, e de São Paulo, que intermediou 20.790 contratos.
O desempenho do Paraná em colocar trabalhadores com idade máxima de 29 anos no mercado de trabalho representa 39% do total de 174.826 intermediações de mão de obra jovem realizadas pelo sistema em todo o País. Em comparação ao mesmo período de 2023, quando 55.905 trabalhadores dentro desta faixa etária conquistaram espaço no mercado de trabalho, o avanço foi de 22%.
Especificamente em setembro, 6.884 jovens conseguiram um emprego por meio da rede Sine do Estado. Com esse resultado, o Paraná também liderou com folga o ranking de empregos nesta faixa etária. Novamente os estados do Ceará e de São Paulo encerraram o período como segundo e terceiro colocados, com 3.301 e 1.584 contratos de trabalho intermediados, respectivamente.
Para o secretário estadual do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, o desempenho do Paraná em colocar jovens em vagas de emprego com carteira assinada reflete o sucesso de ações pontuais adotadas pelo Governo do Estado para alavancar a empregabilidade entre todos os grupos de trabalhadores, com destaque para os projetos de qualificação e capacitação profissional ofertados gratuitamente pela Pasta.
“Os jovens possuem maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho pela falta de experiência típica da idade. Para superar esse desafio, oferecemos todo apoio para que ele tenha oportunidade de iniciar uma carreira profissional de maneira sólida, com formação focada no mercado de trabalho”, disse.
Além da gratuidade em todos os projetos de qualificação profissional ofertados pelo Governo do Paraná, alguns cursos garantem a alunos inscritos, e com presença regular nas aulas, uma bolsa-auxílio no valor de R$ 600 para as despesas com transporte e alimentação. Mais informações disponíveis no site www.qualificacao.pr.gov.br.
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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