NOTÍCIAS DO PARANÁ
Paraná recebe mais 244 mil vacinas contra a covid-19
O Ministério da Saúde enviou ao Paraná nesta quinta-feira (13) mais uma remessa de vacinas contra a covid-19. No 19º lote, o Estado recebeu um total de 244,8 mil doses, sendo 118 mil da Covishield (Oxford/AstraZeneca/Fiocruz) e 126,8 mil da CoronaVac (Sinovac/Butantan).
Segundo a orientação do governo federal, as vacinas da AstraZeneca devem ser usadas para concluir o esquema vacinal de pessoas de 65 a 69 anos que já receberam a primeira dose.
“Este novo lote de vacina irá suprir a necessidade de doses de CoronaVac para D2 (segunda dose), além de possibilitar a continuidade da vacinação dos grupos prioritários. É importante que os municípios sigam as instruções do Ministério da Saúde”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
PFIZER
Nesta sexta-feira (14), a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) vai disponibilizar 45.630 doses da vacina da Pfizer para Curitiba. A capital ficará com mais de 67% do total de vacinas dessa fabricante enviado pelo Ministério da Saúde.
De acordo com a orientação do governo federal, as vacinas da Pfizer devem ser usadas para pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. Todas são para primeira dose (D1).
VACINA CONTRA A COVID-19
Com a entrega do 19º lote de vacinas contra a covid-19, somadas as doses da CoronaVac, da AstraZeneca e da Pfizer, o Paraná recebeu um total de 4.361.260 imunizantes.
Até o início da noite desta quinta-feira (13) o Paraná havia imunizado 2.080.122 cidadãos, dos quais 1.088.804 concluíram o esquema vacinal com as duas doses.
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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