NOTÍCIAS DO PARANÁ
Piloto da Fórmula Truck morre em grave acidente na RMC
Três homens morreram em um grave acidente entre dois carros na Rodovia dos Minérios, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. A colisão frontal foi na noite deste sábado (12), e envolveu um Camaro e um Renault Symbol.
Duas das vítimas estavam no Camaro e morreram na hora: o piloto da Fórmula Truck Márcio Limestone, apelidado de Piolho e outra vítima identificada como Roberto Cardoso.
O motorista do outro veículo, Guilherme Rocha, ainda foi socorrido com vida, mas morreu após dar entrada no hospital.
As causas do acidente serão apuradas.
A organização da Fórmula Truck emitiu uma nota lamentando a morte do piloto.
“Com imensa tristeza, recebemos a notícia do falecimento de Márcio da Rosa, nosso querido piloto, conhecido como Márcio Limestone — o Piolho. Ele foi vítima de um trágico acidente envolvendo veículo neste final de semana e nos deixou de forma repentina. A dor é profunda, mas maior ainda é a gratidão por tudo o que ele representou dentro e fora das pistas. Um competidor aguerrido, um amigo leal e uma figura inesquecível da nossa história. A saudade é imensa, mas a honra de termos dividido a pista com você será eterna. Nossos sentimentos à família, amigos, equipe e a todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo”, diz o comunicado.
*com BandNews Curitiba.
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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