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Operação Carnaval teve redução de acidentes na região Noroeste

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Com redução no número de acidentes e de pessoas feridas, o Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual divulgou o balanço da Operação Carnaval 2024, realizada de 9 a 14 de fevereiro.

A fiscalização teve foco na intensificação nas ações de prevenção e fiscalização de trânsito rodoviário diante do feriado prolongado. Nesse período foi constatado um aumento do fluxo de veículos em todas as rodovias estaduais.

Pela 4ª Companhia de Polícia Rodoviária, responsável pela região Noroeste do Estado, foram atendidos 19 acidentes, os quais resultaram em dois óbitos e 30 pessoas feridas, havendo uma diminuição dos números de acidentes e feridos em comparação ao ano 2023.

Na operação do ano anterior, houve 29 acidentes, com dois óbitos e 39 pessoas feridas. Um dos pontos intensificados nessa operação carnaval foi a fiscalização quanto ao consumo de bebida alcoólica na condução do veículo.

Dentre 505 motoristas submetidos ao teste etilométrico, 16 foram autuados por embriaguez ao volante, com a aplicação da multa com valor de R$ 2.934,70 e medida administrativa de suspensão do direito de dirigir.

Além disso, deste total, dois motoristas foram ainda autuados e presos em flagrante por embriaguez na condução do veículo.

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Outro ponto foi a fiscalização do excesso de velocidade nas rodovias, sendo capturado 605 imagens de condutores trafegando acima da velocidade permitida e, deste, na região de Porto Rico/PR um veículo foi flagrado a 156 km/h numa rodovia estadual em que a velocidade máxima é 80 km/h.

Ainda, na questão de fiscalização, foram autuados 468 motoristas por outras infrações de trânsito onde destaque-se a infração da falta do uso do cinto de segurança que é um equipamento obrigatório e fundamental para preservar vidas.

 

prolongado – Foto: BPRv

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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