NOTÍCIAS DO PARANÁ

Profissional de saúde que optou por não tomar vacina morre de Covid em Londrina

Publicados

em

A profissional de saúde Angela Cristina Marques, de 54 anos, foi mais uma das vítimas da Covid em Londrina. Ela estava internada desde o dia 16 de abril e não resistiu à doença.

De acordo com colegas de trabalho do Hospital Zona Sul, Angela optou por não tomar a vacina e chegou a assinar um termo em que se responsabilizava por sua decisão.

Além de Angela, outros 30 profissionais do hospital se recusaram a receber o imunizante. Neste domingo (25), mais um trabalhador da unidade morreu vítima do coronavírus.

Jeferson Alves da Costa, de 34 anos, atuava na linha de frente no Hospital da Zona Sul. Conforme apurado pelo portal ‘Tem Londrina’, o rapaz ainda não havia tomado a segunda dose da vacina anti-covid.

Anteriormente, ele chegou a assinar um termo de responsabilidade por recusar a imunização. Entretanto, após ser convencido pelos colegas, tomou a primeira dose, mas não teve tempo de receber a segunda.

Pelo menos oito trabalhadores da saúde perderam a vida para a Covid-19 em Londrina. Destes, três não tiveram tempo de receber a segunda dose, como no caso de Jeferson.

Leia Também:  Dois jovens morrem após S-10 capotar em Toledo
Propaganda

NOTÍCIAS DO PARANÁ

Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

Publicados

em

Por

O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

Leia Também:  Governo isentou o ICMS de cerca de 500 mil itens da cesta básica desde 2019

“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

Leia Também:  Mãe é presa por suspeita de homicídio de bebê de 9 meses

Fonte: ALEP

Continue lendo

QUARTO CENTENÁRIO

PARANÁ

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA