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REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA – Caminhão tomba sobre Van e mata seis pessoas que voltavam de culto

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Seis pessoas morreram em um grave acidente registrado na madrugada de segunda-feira (5), na rodovia BR-116, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. O caso ocorreu por volta das 3h45, no km 4,5 da rodovia.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a dinâmica do acidente está relacionada a uma tentativa de roubo de carga ocorrido momentos antes. De forma preliminar, a polícia apurou que criminosos renderam o motorista de um caminhão que seguia no sentido São Paulo, levando o veículo com o condutor ainda dentro da cabine.

Ainda conforme a PRF, o caminhão foi bloqueado à distância pela empresa responsável pelo monitoramento, o que provocou o desligamento do veículo. Os criminosos teriam ordenado que o motorista religasse o caminhão, mas ele informou que apenas a empresa poderia realizar o desbloqueio. Em seguida, o caminhoneiro foi obrigado a descer do veículo e correr.

Após a fuga do motorista, os suspeitos tentaram colocar o caminhão em funcionamento, mas não conseguiram e abandonaram o local. Sem controle, o veículo desceu de ré, atingiu uma Van que trafegava pela rodovia e, em seguida, tombou sobre o veículo.

A Van transportava moradores de Campo Largo, que retornavam de um culto religioso realizado no bairro do Brás, em São Paulo. Quatro pessoas morreram ainda no local, enquanto as outras duas vítimas tiveram os óbitos confirmados posteriormente.
Equipes de resgate, da concessionária da rodovia e da Polícia Científica atuaram no atendimento da ocorrência, na realização da perícia e na remoção dos veículos. O trecho ficou parcialmente interditado durante a madrugada. Ainda segundo as autoridades, outras vítimas foram socorridas e encaminhadas para hospitais.

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As causas e circunstâncias do acidente seguem sendo investigadas pela Polícia Rodoviária Federal. Até o momento nenhum suspeito de ter envolvimento na tentativa de roubo foi encontrado. (Fonte – Repórter Eduardo Vinícius)

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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