NOTÍCIAS DO PARANÁ
Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP realiza campanhas em prol do Outubro Rosa e Novembro Azul
Durantes os dois meses, cooperativa promove ações de conscientização para colaboradores e associados
Mais uma vez, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP é apoiadora das causas de prevenção e diagnóstico precoce ao câncer. Em 2020, as campanhas do Outubro Rosa e do Novembro Azul têm como objetivo engajar os colaboradores e integrantes dos comitês da cooperativa nas ações, por meio da reflexão dos cuidados com a saúde física e mental de homens e mulheres. O tema central das atividades é “Cuidar da saúde juntos deixa a vida mais colorida”.

A programação teve início no último dia 1 com a live “Hora da prevenção”, comandada pelo médico cancerologista Drauzio Varela, resultado da parceria das cooperativas do Sistema Sicredi: Aliança, Nossa Terra PR/SP, Progresso, Vale do Piquiri Abcd PR/SP e Vanguarda. Na última semana, a ginecologista Fernanda da Silva Souza, de Palotina (PR), realizou uma palestra orientativa para as colaboradoras e integrantes dos comitês Jovem e Mulher. Já no dia 11 de novembro, o professor Eliseu Hoffmann vai abordar o tema “Um toque pela vida”.
Os colaboradores da cooperativa contam ainda com ações específicas de conscientização que os incentivam a irem ao médico e realizarem os exames básicos de rotina preventiva.
A gerente da área de gestão de pessoas na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Elisângela Mancini, destaca que, com a união de forças, é possível compartilhar informações corretas que podem ajudar a salvar vidas. “Nós, como cooperativa, temos interesse genuíno em tudo o que diz respeito ao bem-estar da sociedade e quando nos unimos, podemos atingir resultados melhores. Com a saúde não poderia ser diferente. Por isso, queremos orientar sobre a causa dessa doença tão séria e estimular a sua prevenção”, reforça.
Ações nas agências
Durante os dois meses, estão sendo realizadas campanhas pontuais em algumas agências de acordo com as necessidades de cada local.
ACSP Distrital Centro, em São Paulo (SP)
Coleta de lenços para o Instituto Amor em Mechas que ajuda mulheres que passam pelo tratamento de câncer
ACSP Distrital Pinheiros, em São Paulo (SP)
Doação de cabelo para o Instituto de Mulheres com Câncer de Mama
Alto Paraíso (PR)
Ação de conscientização com os associados via WhatsApp
Braganey (PR)
Coleta de fraldas geriátricas
Esperança Nova (PR)
Sorteio de uma cesta entre as mulheres que realizarem os exames preventivos
Juranda (PR)
Coleta de produtos de higiene e limpeza
Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo (SP)
Palestra com psicóloga com o tema “Como fica a saúde da mulher e do homem neste novo normal”
Santana, em São Paulo (SP)
Palestra com mulheres que venceram o câncer de mama
Santo Amaro, em São Paulo (SP)
Palestra com profissional da área da saúde sobre prevenção e importância dos exames médicos
Vila Maria, em São Paulo (SP)
Coleta de chapéus que serão doados Hospital Pérola Byington
Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP
A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 108 cooperativas do Sicredi, conta com 32 anos de história e mais de 159 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 88 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 36 em São Paulo (sicredi.com.br/vale-piquiri/).
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,7 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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