NOTÍCIAS DO PARANÁ
TV ASSEMBLEIA TRANSMITE LONDRINA E ATHLETICO PELAS QUARTAS DE FINAL DO CAMPEONATO PARANAENSE
Os dois últimos campeões paranaenses se enfrentam neste domingo (13), às 11 horas, pelas quartas de final do Campeonato Paranaense. O Londrina, atual campeão, recebe no Estádio do Café o Athletico, vencedor da competição em 2020, em jogo que será transmitido pela TV Assembleia.
Os torcedores poderão acompanhar a partida pelo canal 10.2 em TV aberta para Curitiba e Região Metropolitana e no canal legislativo da Claro/Net para todo o Paraná. A transmissão é uma parceria entre a Assembleia Legislativa e a Federação Paranaense de Futebol, como objetivo de promover ao esporte do estado. O horário da partida foi definido pela Federação Paranaense de Futebol.
Confronto
O Tubarão, que terminou a primeira fase do campeonato na sexta colocação, com 18 pontos, contará com a estreia do técnico Adilson Baptista, ex-zagueiro e ex-técnico do Athletico. O treinador assumiu o lugar de Vinícius Eutrópio que perdeu o posto após o Londrina ser desclassificado na Copa do Brasil pelo Ceilândia.
Já o Athletico chega nas quartas de final após terminar a primeira fase do campeonato na terceira colocação, com 20 pontos conquistados. Para o confronto de domingo, o Furacão deve colocar em campo o time de aspirantes sob o comando do técnico Wesley Carvalho.
Mata-Mata
As quartas de final do Campeonato Paranaense começa neste sábado (12) com o duelo entre FC Cascavel e Maringá FC (18h30). Já no domingo os jogos de ida da 2ª fase da competição contam com os confrontos entre São Joseense x Operário (15h30) e Cianorte x Coritiba (18h30). As partidas de volta do mata-mata ocorrem nos dias 19 e 20 de março.
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Alep discute importância e proteção do Rio Iguaçu
“Salve o Rio Iguaçu: Caminhos para sua Proteção e Reconhecimento”. Este foi o tema da audiência pública realizada na manhã desta terça-feira (30), na Assembleia Legislativa que reuniu especialistas de diversas áreas que estudam a influência do rio, que nasce no manancial da serra do mar, em Piraquara, região metropolitana de Curitiba e percorre centenas de quilômetros até desembocar no Rio Paraná, em Foz do Iguaçu. A proposta do encontro foi do deputado pedetista Goura.

“Queremos chamar a atenção do olhar público para o rio Iguaçu, já que mais de 5 milhões de pessoas vivem em sua bacia, onde existem reservatórios, barragens e inúmeros problemas sociais e ambientais provocados pela falta de atenção do poder público em relação à saúde ecológica do Rio Iguaçu. Por isso, reunimos especialistas, ativistas e pessoas que estudam o equilíbrio ecológico do rio, para trazer esse diagnóstico e buscarmos juntos as soluções tão necessárias para esses problemas”, afirma o deputado, que estende suas preocupações aos demais rios que banham o estado.
“Estamos vivendo um momento de crise climática e precisamos ter um olhar mais cuidadoso com os nossos rios — falando aqui de todos os rios do Paraná: o Ivaí, o Piquiri, o Paranapanema, o Paraná e, obviamente, o Iguaçu, pela sua importância na relação com as pessoas e na sua relação histórica. Hoje é um dia para celebrarmos o Iguaçu, mas também para juntarmos forças em prol de sua preservação”, conclui.
A necessidade de uma legislação atualizada sobre o tema foi destacada pelo deputado Requião Filho (PDT) na abertura da audiência: “Temos o costume de legislar sobre diversos problemas sem consultar os especialistas no assunto, mas estamos tentando reverter isso, e o Goura felizmente faz isso em relação ao meio ambiente, trazendo as universidades e o conhecimento científico — um cuidado que devemos ter aqui na Casa. Estamos em um ponto de desenvolvimento social em que é possível unir a ciência à legislação, juntando conhecimento e vontade política. O Rio Iguaçu pode ser uma metáfora para todo o meio ambiente: se não tomarmos cuidado com nossos rios e com o meio ambiente, significa que não estamos cuidando do nosso estado”.
Direitos do rio
Uma das novidades apresentadas na audiência foi o conceito dos direitos da natureza. A tese, que reconhece um rio, por exemplo, como um “sujeito de direitos”, foi apresentada pela advogada ambientalista Maudi Nancy Joslin-Motta, especializada em gestão e criação de áreas naturais protegidas.
“A proposta que trazemos para o Rio Iguaçu é relativamente nova em termos de direito — um passo à frente do direito ambiental: os direitos da natureza. Nossa proposta é o reconhecimento do Rio Iguaçu como sujeito de direitos, e não como objeto. Os elementos da natureza tendem a ser considerados objetos, mas, como sujeitos de direitos, eles têm alguém para falar por eles. Esse alguém, neste caso, é uma comissão de guardiões e guardiãs do rio, escolhidos entre as pessoas que têm alguma relação com ele, seja o povo ribeirinho, os povos originários, a indústria que capta água para sua atividade, os consumidores, os agricultores ou, enfim, toda a população que depende do Rio Iguaçu”, explica, lembrando que o Rio Iguaçu e seus afluentes respondem por 81% da água consumida no estado do Paraná.
Entre esses guardiões, a advogada destaca os povos originários, que têm um longo histórico de respeito e cuidado com os rios e demais elementos naturais. Indígena do povo Kaingang, a escritora e cineasta Vanessa Fê Há afirma que o Iguaçu não é importante apenas para os povos originários, mas para todos os paranaenses.
“É muito importante que os povos indígenas estejam aqui para falar sobre como é esse contato que temos com o Rio Iguaçu e como ele afeta diretamente as nossas vidas — e sua importância não apenas para os povos indígenas, mas para o estado inteiro, porque a água é vida e a água nos dá vida. É muito importante que o rio faça parte da nossa vida, que esteja em nosso dia a dia e que o tratemos como parte de nós. Temos que pensar no rio, na floresta, como seres vivos, como algo que faz parte do nosso cotidiano. Muitos povos indígenas dizem que somos a própria natureza. Então, se somos a própria natureza, somos a árvore, somos a terra, somos o rio. E esse rio também é o Rio Iguaçu”.
Ao longo da audiência, diversos pesquisadores apresentaram dados alarmantes sobre a degradação do rio em todo o seu curso e apontaram medidas cabíveis para solucionar esse problema. Participaram do evento o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ciro Alberto de Oliveira Ribeiro; Marcus Tesserolli, prefeito de Piraquara; José Ulisses dos Santos, chefe do Parque Nacional do Iguaçu; Yara Barros, coordenadora do Projeto Onças do Iguaçu; José Álvaro Carneiro, diretor-corporativo do Hospital Pequeno Príncipe; Katya Isaguirre-Torres, coordenadora do Ekoa – Núcleo de Pesquisa e Extensão em Direito Socioambiental da UFPR; e Eduardo Fenianos, pesquisador, escritor e idealizador do Projeto Urbenauta.
-
REGIONAIS4 dias atrásInscrições para concurso da Prefeitura de Goioerê seguem abertas até dia 13
-
NOTÍCIAS DO BRASIL4 dias atrásPlano Safra 2025/26 teve R$ 2,8 bilhões em contratações de crédito pelo BRDE
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ4 dias atrásAlep discute importância e proteção do Rio Iguaçu
-
QUARTO CENTENÁRIO4 dias atrás3º Arraiá Municipal de Quarto Centenário reúne grande público e celebra tradição com muita alegria
-
REGIONAIS4 dias atrásIngressos do Planeta Park já estão à venda com valores promocionais
-
NOTÍCIAS DO BRASIL4 dias atrásEquipes do Brasil atuam contra o tempo para localizar sobreviventes na Venezuela
-
ESPORTES4 dias atrás
Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil


