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Asfalto da estrada da Amitec: obras devem ser iniciadas ainda este ano

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Não está descartada a possibilidade das obras de pavimentação asfáltica da chamada ‘Estrada da Amitec’ serem iniciadas ainda este ano. A afirmação foi feita na última terça-feira, pelo secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, ao receber o projeto de pavimentação do acesso àindustria de amidos, localizada no distrito de Jaracatiá.

O projeto foi elaborado pela prefeitura de Goioerê e está sendo muito comemorado não só pelos proprietários da empresa Amitec, mas também por moradores de Jaracatiá, que sempre sonharam com esta conquista. As obras serão iniciadas no perímetro urbano de Jaracatiá, ao lado do Posto de Saúde, com a implantação das galerias pluviais, preparo de solo e pavimentação asfáltica. O valor inicial do projeto é de R$ 1,2 milhão.

A entrega do projeto foi feita pelo vereador Gilson Flausino, que estava acompanhado do ex-assessor do governador Ratinho Junior, Betinho Lima e também do provedor da Santa Casa, Gerson de Brito.

Ao receber o projeto, o secretário Sandro Alex garantiu que a obra será realizada pelo Governo do Estado em parceria com a prefeitura. “A elaboração do projeto é um passo importante para que ocorra a imediata liberação dos recursos e início do processo de licitação da obra o que pode acontecer ainda no decorrer deste ano”, disse o secretário.

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BETINHO LIMA: A obra atende uma solicitação do então assessor do governador Ratinho Junior, Betinho Lima, quando da visita do secretário de Planejamento do Paraná, Valdemar Bernardo Jorge, ocorrida em janeiro deste ano e depois confirmada pelo próprio governador Ratinho Junior. “A realização desta obra e um sonho para Jaracatiá e para dos diretores da Amitec, que há mais de 20 anos apostaram em Goioerê produzindo amido de qualidade, proporcionando geração de empregos e geração dos impostos para o estado e para o município”, afirmou Betinho Lima.

 

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TRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos

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O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu, nesta quarta-feira (19), pela cassação dos mandatos do prefeito de Moreira Sales, Luiz Volpato, e da vereadora Priscila Albano, que foi a candidata mais votada para a Câmara Municipal nas eleições de 2024. A decisão está relacionada a uma investigação sobre suposta compra de votos.

No caso do prefeito, a Justiça Eleitoral de primeira instância havia julgado a ação de forma favorável a Volpato, entendendo que não havia comprovação suficiente de sua participação no esquema atribuído à vereadora.

O Ministério Público Eleitoral recorreu da sentença e levou o caso para análise do TRE-PR. No julgamento realizado nesta quarta-feira, a maioria dos integrantes da Corte acolheu o recurso. O resultado foi de 5 votos pela cassação contra 2.

A situação de Priscila Albano já era diferente. A vereadora havia sido cassada em primeira instância e recorreu da decisão. Ao analisar o recurso, o TRE-PR decidiu manter a cassação do mandato.

Prefeito pode ser afastado

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral ainda não encerra definitivamente o processo. As partes podem apresentar embargos de declaração, recurso destinado a questionar eventual omissão, contradição, obscuridade ou erro na decisão.

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Também existe a possibilidade de recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme o entendimento apresentado durante o julgamento, contudo, Volpato poderá deixar o cargo enquanto o processo estiver em tramitação.

Caso isso ocorra, o comando do município poderá ser assumido temporariamente pelo presidente da Câmara de Moreira Sales, Gustavo Henrique Santos, conhecido como Gustavo do Esporte.

A definição sobre a permanência ou não do prefeito no cargo deverá observar os desdobramentos processuais e as decisões da Justiça Eleitoral.

Composição da Câmara

Com a perda do mandato de Priscila Albano, a composição da Câmara Municipal também deverá passar por alteração.

Será necessária a retotalização dos votos das eleições municipais de 2024, procedimento realizado pela Justiça Eleitoral para recalcular a distribuição das cadeiras após a alteração na validade dos votos.

Somente depois desse processo será definido quem ocupará a vaga deixada pela vereadora.

A decisão desta quarta-feira ainda está sujeita a recursos nas instâncias superiores da Justiça Eleitoral.

/ilustrado.com.br

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