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Autora de homicídio em Goioerê se apresenta para a polícia e diz que não teve intenção de matar

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Thais dos Santos Ferreira, 24, se apresentou na Delegacia de Polícia de Goioerê na tarde de quarta-feira, 14, e relatou como foi a agressão que culminou com a morte de Paulo Gonçalves (foto), de 47 anos, e salientou que em momento algum teve a intenção de matar a vítima.

A mulher contou que teve um desentendimento anterior com outra mulher e que a vítima Paulo passou a andar junto com essa mulher, que lhe fazia constantes ameaças.

Na noite da última sexta-feira, 9, Thais estava em um bar na Rua Marinho Tavares, onde também estava Paulo e outra pessoa, e a ameaçou, com a dona do estabelecimento intervindo, dizendo que não queria confusão no local.
Depois disso Paulo e o homem que estava com ele foram para a esquina e teria ficado olhando para Thaís, que foi até o local e perguntou o que estava acontecendo, quando, segundo Thaís, Paulo falou:      “Espera aí sua vagabunda, que N** já está descendo” – se referindo à mulher que teria rixa com a autora.

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Nesse momento, Thaís contou que deu um chute na barriga de Paulo, que caiu e empurrou o outro homem. Ela disse que não percebeu que Paulo Estava ferido e que somente na segunda-feira ficou sabendo que ele havia batido com a cabeça na queda e que tinha sido transferido para Campo Mourão, onde faleceu.
Thais afirmou que se soubesse que Paulo estava machucado teria chamado a ambulância para socorrê-lo e que nunca teve a intenção de matar Paulo e que sempre quis paz para a sua vida.
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OUVIR TESTEMUNHAS
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Com a autoria do crime definida, nos próximos dias deverão ser ouvidas testemunhas do caso para que o inquérito possa ser concluído e encaminhado para apreciação da justiça.

 

 

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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