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Bicicletas elétricas tem que ter placa de identificação e condutor CNH
Ela é conhecida como ciclomotor e o departamento de trânsito do Paraná o Detran, em Parceria com a Polícia Militar, até chegou lançar um manual para orientar os cidadãos a alguns meses atrás, bem como divulgação na Imprensa sobre as novas regras deste tipo de veículo. Agora é obrigatório uso de capacete, bem como ter CNH e a bike elétrica como é conhecida, tem que portar placa de identificação, assim como outros veículos. Isto vale em todo o território brasileiro e está dentro da resolução do Conselho Nacional de Trânsito o Contran. Na tarde desta quarta-feira (27), uma bicicleta foi apreendida pela Polícia Militar, por estar em situação irregular. “Notamos que há bastante descumprimento da lei de ciclomotores em Assis Chateaubriand.
Uma bicicleta elétrica que tenha acelerador, que transita a mais de 25 km por hora, no caso esta de hoje a 28 km/h, a lei diz que o condutor tem que ser habilitado, portando capacete, e o ciclomotor tem que ser emplacado”, destaca o Sargento Altair Messias da Polícia Militar. Agora o proprietário para retirar o veículo, terá uma etapa longa, como documentações para ser liberada diretamente pelo Detran.
O sargento faz orientação para os empresários que vendem o veículo, para informar o cliente sobre as novas regras de trânsito e não entrar em uma fria. “Eu vendo sempre os vendedores deste tipo de ciclomotor, apenas querem vender e não informa como é o funcionamento, no caso aqui da maioria das vezes, não informa o cliente quais são os procedimentos, como tem que ter CNH, capacete, então esta informação não é passada”, finaliza Messias. A orientação para quem tem este tipo de veículo elétrico, procure regularizar antes que seja tarde.
Fonte: Léo Silva
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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas
Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.
As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.
Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.
Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.
Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.
O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.
O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.



